Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.
O tempo estava correndo e a expectativa de vida da paciente diminuía cada vez mais, até que os médicos optaram por um tratamento radical: implantar fezes do marido da paciente no intestino da mesma. O resultado compensa o nojo que causa à primeira vista. A paciente foi curada.
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Antes que você pense bobagens, não se trata do seu presidente em atos indecorosos. Trata-se de tão somente uma perversão de cientistas torturadores, que não respeitam o reino animal e colocam (ops) a descoberto algumas peculiares de moluscos desavisados. Dessa forma, eles pegaram a pobre coitada e arregaçaram suas intimidades. Bando de cientista sem coração, que ficam fuçando a vida sexual das pobres lulas; taí o que arrumaram: uma lula com priapismo. Não se tem mais respeito pela natureza e não se pode espalhar seus genes por aí que algum maluco vem logo cortar o seu barato.
Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza,
Você ainda tem alguma ilusão como o mundo antigamente era tranquilo de se viver e o bicho-homem é o único a colocar medo em todo mundo, recentemente? Com certeza você não viveu no tempo de Leviatã, que longe de ser um ser mitológico, era bem real. E malvado. E ruim, e perverso e comedor de baleias! Leviatã era uma cachalote tão bad ass que faria Moby Dick sair correndo ao berros (sim, eu sei que baleia não berra. Sim, eu sei que baleia não corre). Mas, imagino que o maluco do Ahab seria doido suficiente para ir atrás dela, que arrancaria dele algo mais do que apenas uma perna sem graça.
O plâncton é um conjunto de seres (que podem ser animais, archaeas e/ou bactérias) que vivem em zonas pelágicas, isto é, zonas onde seres sobrevivem sem tocar o fundo do oceano. Explicando ainda melhor: zona pelágica é a parte onde só tem água envolvendo e por todos os lados, literalmente. Pode-se dizer que o plâncton está na base da cadeia alimentar, ou, em outras palavras, é banquete de quase todo mundo. E quem se banqueteia com plâncton vira banquete de bichos maiores. A Natureza não é linda? Pois,é.
Olhe para suas mãos e pés. Algum dia, um de seus ancestrais olhou para eles também, só que viram apenas nadadeiras. No final do período Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, criaturas similares a peixes resolveram se aventurar em águas rasas, até chegar à terra. Aí começa a nossa história, quando nossos ancestrais se fxaram em terra, enauqnro que alguns “primos” voltaram para a água. Antes, nossos ancestrais tinham o equivalente a 8 dedos, até que os milênios de mutação e seleção natural deixou-nos com apenas 5, e já fazemos muita coisa com eles.
Por muito tempo, achou-se que o RNA agia como “garoto de recados” do DNA. É o famoso RNA Mensageiro (RNAm). No entanto, parece que nosso amiguinho é mais importante do que se imaginava inicialmente. Pesquisadores do
Olhando-nos no espelho, não parecemos grande coisa. Ossos não muito grossos, um corpo frágil, sem garras e/ou presas. Com certeza, não somos predadores; o que nos diferencia (mas não muito) de outros animais é que usamos estratégia, mas isso outros mamíferos também usam, como é o caso dos grandes felinos.
Você talvez seja daqueles que acham que a Natureza é linda, ética e primorosa, como nos desenhos do Walt Disney. Para sua tristeza, devo informar que não é bem assim e nem que o ser humano é o único FDP do mundo natural. Há criaturas tão ruins, sacanas e perversas como ele, senão pior.