Estamos acostumados a ler sobre muitos cientistas pelo mundo afora. Mas há pouca divulgação aqui no Brasil de homens e mulheres que ampliam o conhecimento e ajudam a melhorar a vida das pessoas. Tais pessoas deveriam ser reconhecidas, ter seus nomes mencionados em colégios, merecem ser reconhecida pelo que fizeram, fazem e pelo muito que farão.
Uma das pessoas que, com certeza, merece respeito no meio científico brasileiro é Hermann Gonçalves Schatzmayr, nascido em 1935 no Rio de Janeiro e a quem eu tive o prazer de conhecer certa vez, ainda que por poucos instantes. Assim, é com consternação e tristeza que eu relato que o ilustre Dr. Schatzmayr não estará mais orientando e servindo à Ciência. Ele faleceu ontem (21/06), aos 75 anos de idade. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Hermann Schatzmayr”

Que bactérias ajudam a impulsionar o nosso sistema imunológico é fato bem conhecido.Entretanto, pesquisadores da
18 de maio de 1980 é uma data que entrou para a história do sudoeste do estado norte-americano de Washington. Nessa data, às 08h32min, as forças do
Muitas pessoas possuem dúvidas sobre coisas esquisitas que vêem na Natureza, onde algumas são realmente bizarras! O mais comum é alguém perguntar como um besouro pode voar, se isso viola algo hermético chamado “Leis da Aerodinâmica”, o que impediria o nosso amiguinho hexápode de conseguir realizar tal feito. Além disso, sabe-se que as suas (do besouro) asas são finas, o que impossibilitaria que seu corpo pesado conseguisse se sustentar no ar. Muitos então partem pra falácia do Apelo à Ignorância alegando que já que não se sabe porque isso é possível que alguma força misteriosa ou design “inteligente” seria a causa disso. Mas não é. E se não é, como os besouros conseguem voar, então? Hora de abrir o Livro dos Por quês!
O problema na pesquisa científica é quando que ela diga mais do que ela diz, tentando reforçar o que outros dizem.
Não, este artigo não tem nada a ver com sacanagem. Robert Boyle, um dos mais célebres cientistas da Inglaterra (e estupidamente chamado de Pai da Química pela agência EFE, sendo
Talvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.
2010 é realmente o ano que fizemos contato. O ser que apareceu e disse “olá” não é verde, não tem escamas, não tem sequer um corpo. A bem da verdade, o ser que apareceu é apenas um punhado de células, mas células especiais, pois cientistas do J. Craig Venter Institute apresentaram a primeira célula controlada por um genoma sintético, isto é, o genoma dessa célula não é natural e sim sintetizado em laboratório. Será este o momento que dará início aos replicantes? Harrison Ford começará a caçar renegados? Ou será um evento memorável na história da ciência, quando teremos tecnologia avançada para resolver problemas ambientais? É cedo dizer, mas os chineses dizem que toda longa jornada começa com um primeiro passo.
Agora é o momento de entrarmos em pânico! Os malditos cientistas, na sanha de tentar reverter a ordem natural das coisas, criaram o prenúncio do Skynet. Nós, seres humanos, estamos ferrados, nossos senhores em breve dominarão a nossa vontade e ficaremos iguais a formigas, servindo aos nossos mestres-robôs. Isso porque os primeiros nanorrobôs feitos de tiras de DNA já deram o primeiro passo, selando o nosso destino. Ao longe, ouvimos o berro enlouquecido bradando: IT’S ALIVE! IT’S ALIVE! Santa Sarah Connors, rogai por nós, pecadores.
É uma coisa interessante que existe em nós, animais vertebrados. Nosso genoma não foi repetido uma vez, mas muitas e muitas vezes. Achava-se que o excesso de genes acaba sendo descartado e perdido para todo o sempre, mas parece que não é bem assim, como mostra a pesquisa de Aoife McLysaght do Trinity College em Dublin, Irlanda.