Cientistas do South Australian Research and Development Institute (SARDI) estão estudando o comportomento da fauna aquática ao sul da Austrália. Entre as espécies estudadas, o leão marinho (Otaria flavescens) foi o que mais surpreendeu. Os cientistas acoplaram um conjunto Crittercam, que é um pequeno pacote de instrumentos incluindo uma câmera, um GPS etc, desenvolvido para a National Geographic.
Aliás, é da própria National Geographic o vídeo a seguir, mostrando como a Natureza e a vida dos leões marinhos é bela e tranquila.
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Você deve ter lido 20.000 léuas submarinas. Se não leu, deveria ler. Sério! Um dos melhores livros de Júlio Verne. Numa das pasagens do livro, o submarino Nautilus é atacado por uma lula gigante. Fantasia? Não necessariamente. As lulas Humboldt (Dosidicus gigas) são enormes lulas que vivem no leste do Oceano Pacífico. Os “mosntrinhos” podem medir até 1,5 m e pesar 45 kg, apesar de perderem em tamano para o seu primo Mesonychoteuthis hamiltoni, cujo tamanho pode chegar até cerca de 15 m de comprimento.
Estamos no outono, pessoal, mas creio que vocês já sabem disso. É uma época onde muitas folhas perdem seu brilhante verde, para adquirir tons amarelos e alaranjados. Isso porque as diversas
Antes que vocês perguntem (e eu sei que vocês pensaram isso), não se trata de algum tarado com fixação para o sexo bizarro, com especialidade em zoofilia entomológica. Tudo bem, Georges Brossard é um canadense para lá de esquisito, e o amor dele pela classe Insecta não é o que algumas pessoas possam chamar de “apaixonante”. Seu “amor” pelos bichinhos casca-grossa é intenso e ele resolveu unir-se com alguns deles, não de forma libidinosa, mas ingerindo-os, papando-os, almoçando e jantando… enfim, comendo mesmo (no sentido de alimentação, pervertidos).
Bem-vindos ao Inferno encharcado, conhecido como Rio de Janeiro (ou Hell de Janeiro, como diz um amigo meu). Por causa de uma chuvarada que começou ontem (05/04), em 14h choveu mais que o esperado pr0o mês inteiro. A cidade está um caos (como acontece cada vez que chove muito), o Governador Sérgio Cabral implorou para as pessoas não saírem de casa e o prefeito Eduardo Paes deu a excelente notícia que não adianta ligar para a Defesa Civil.
O mundo moderno, não satisfeito com as atuais religiões, resolveu dar vazão à estupidez natural de 90% das pessoas e resolveu criar outras vertentes religiosas. A religião da moda é a adoração pelo planeta e as coisas lindas que crescem no
De certo você conhece cavalos-marinhos, aqueles peixes estranhos que parecem tudo, menos um peixe, além de ter cara de cavalo (daí o nome, caso não tenham percebido). Pois bem, os cavalos-marinhos e os seus primos chamados peixes-cachimbos pertencem ao grupo dos singnatídeos e são os únicos animais conhecidos em que o macho fica grávido e dá a luz, o que deve lhes conferir o título de bicho de estimação das feministas. Nestas circunstâncias incomuns de reprodução, no entanto, a próxima geração, muitas vezes não prosperar ou mesmo sobreviver. A Natureza nunca disse que era boazinha ou ética.
Na Ciência não existe nada que não desperte perguntas. Quem se baseia em verdades absolutas é a fé (e normalmente mostra-se errada). Sabemos que fêmeas e machos são diferentes morfologicamente (não! Sério?). A isso, damos o nome de “dimorfismo sexual”. Mas fica a pergunta: Se eles são formados pelos mesmos genes (ou quase) de crescimento, por que as diferenças? Entomologistas da Universidade do Arizona estudaram esse enigma em mariposas e encontraram indícios que haviam sido ignorados. Mas que seria da Ciência sem os mistérios? Aí está agraça, pois sempre há algo escondido, esperando para ser descoberto.
Algumas pessoas acreditam em milagres. Feitos ditos como impossíveis e atribuídos a entidades mágicas. Mas a Ciência é a arte de fazer o impossível tornar-se possível. Se antes não sabíamos o que era responsável por cada uma das características dos seres vivos, hoje sabemos que é o DNA. Se antes não sabíamos como ordenar este DNA, hoje sabemos. Se antes não tínhamos como extrair o DNA de criaturas mortas há séculos ou mesmo milênios, hoje já podemos.
Até agora havia uma certa dúvida sobre o tema, mas ao que parece, os cientistas chegaram a um consenso: a extinção dos dinossauros foi causada por um gigantesco asteróide que caiu na Terra. Cientistas responsáveis pela maior revisão dos estudos sobre a extinção dos dinossauros afirmam que podem confirmar que este impacto, na região do México, teria sido responsável pelo desaparecimento dos animais, há 65 milhões de anos. Há 30 anos, a teoria domina os estudos sobre os dinossauros, mas permanecia sem confirmação, com alguns especialistas afirmando que a extinção poderia ter sido causada por uma erupção vulcânica na Índia. Entretanto, uma revisão de 20 anos de estudos sobre o assunto realizada por um grupo de 41 cientistas de 12 países sugere que há provas suficientes não apenas para apoiar a teoria do asteróide, mas para descartar outras teorias vigentes sobre a extinção dos animais.