Eu canso de dizer, torno a repetir, mas alguém parece que não me ouve. Vou reiterar: Jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.
Dessa vez, não foi o Terra que soltou a bomba (mas aposto que vai replicar) e sim a BBC. Afinal, a equipe que escreve as notícias para a BBC não é formada pelos mesmos que produzem os documentários. Isso é sério, pois ganham uma fama que não merecem; e, dessa vez, o aprendiz de estagiário chegou ao ápice do retardo mental ao trazer a manchete “Estudo questiona ‘sobrevivência do mais forte’ de Darwin”. Segurem os cintos, pois como diria Ben Grimm, tá na hora de partir pro pau.
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Eu uso óculos com lentes multifocais. Uma maravilha da tecnologia, onde eu posso enxergar longe e perto sem precisar trocar de óculos. Melhor do que isso, só ficando em casa, tranquilamente, mesmo sob uma forte tempestade, com raios ribombando por todos os lados e mesmo assim me sentir seguro. Essas são as mais famosas invenções de um grande inventor. Ele não foi um grande inventor porque inventou invenções que ninguém inventara. Ele inventou invenções que ninguém pensaria até então inventar, inventando até mesmo um modo novo de inventar novas invenções. As invenções de Benjamin Franklin eram tão abrangentes que iam desde um simples móvel de escritório até culminar na invenção de um país totalmente do zero.
Muito provavelmente, o máximo que você deve ter ouvido falar de Bougainville diz respeito a flores ou a condomínios de classe média, mas há também um lugar chamado Bougainville, uma ilha pertencente ao Arquipélago de Salomão, com uma população superior a 175 mil habitantes, um pouquinho a mais do que o Maracanã suporta de torcedores (na Copa de 1950, estima-se que havia 200 mil torcedores no Maracanã, quando o Uruguai ganhou do Brasil), vivendo numa área de 9.318 km². O lugar não é nenhuma riqueza, pelo que pode-se imaginar algo rico, como tendo ouro, prata, platina e diamantes. A riqueza de Bougainville não é mineral e sim sua população.
Em 16 de dezembro de 2008, a astronauta da NASA Heidemarie Stefanyshyn-Piper perdeu sua bolsa de ferramentas, que saiu de seu alcance, iniciando uma órbita ao redor da Terra; e, não. Nada flutua no Espaço. Qualquer corpo está em queda livre. O que pode parecer apenas um irritante contratempo (Stefanyshyn-Piper teve que dividir as ferramentas com seu colega, a fim de continuar o conserto na ISS) pode significar um grande problema futuro. Desde que se iniciouy a corrida espacial, milhares de corpos (entre ferramentas, restos de foguetes, satélites velhos, parafusos e a bolsa de Heidemarie) estão em órbita ao redor da Terra. Isso pode parecer insignificante, mas não é. Para saber mais sobre isso, convém consultarmos o Livro dos Porquês.
Sexta-feira passada (16/07) entrou em vigor, no Rio de Janeiro, uma lei que limita o uso de sacolas plásticas pelos supermercados de grande porte. De acordo com a lei, os grandes supermercados não poderão mais oferecer sacolas plásticas, ficando responsáveis também pelo seu recolhimento, tendo que oferecer um desconto de 3 centavos por cada cinco produtos comprados. A estúpida ideia foi proposta pelo ex-ministro do Meio Ambiente e deputado estadual Carlos Minc (PT), que se acha mais inteligente que uma abóbora, mas eu tenho cá as minhas dúvidas.
Vida de cientista não é fácil. Temos que lidar com as coisas mais obscuras, onde pessoas ditas “normais” torcem a cara (e o nariz) para nosso ramo de atividade e gaha-pão. Um perfeito exemplo disso são os cientistas da Universidade de Liverpool, que estão estudando as emanações de metano por vacas, a fim de deterinar o quanto elas contribuem para o aquecimento global, antes de viorar o nosso amado hambúrguer cm alface, queijo e molho especial (não, hambúrgueres não são feitos com carne de minhoca).
Antes que você pense bobagens, não se trata do seu presidente em atos indecorosos. Trata-se de tão somente uma perversão de cientistas torturadores, que não respeitam o reino animal e colocam (ops) a descoberto algumas peculiares de moluscos desavisados. Dessa forma, eles pegaram a pobre coitada e arregaçaram suas intimidades. Bando de cientista sem coração, que ficam fuçando a vida sexual das pobres lulas; taí o que arrumaram: uma lula com priapismo. Não se tem mais respeito pela natureza e não se pode espalhar seus genes por aí que algum maluco vem logo cortar o seu barato.
Dificilmente as pessoas não gostam de uma boa imagem, seja ela uma foto bem detalhista, seja uma arte gráfica (digital ou não). No ramo científico não é diferente e vemos realmente coisas muito bonitas.
O plâncton é um conjunto de seres (que podem ser animais, archaeas e/ou bactérias) que vivem em zonas pelágicas, isto é, zonas onde seres sobrevivem sem tocar o fundo do oceano. Explicando ainda melhor: zona pelágica é a parte onde só tem água envolvendo e por todos os lados, literalmente. Pode-se dizer que o plâncton está na base da cadeia alimentar, ou, em outras palavras, é banquete de quase todo mundo. E quem se banqueteia com plâncton vira banquete de bichos maiores. A Natureza não é linda? Pois,é.