Muito provavelmente, o máximo que você deve ter ouvido falar de Bougainville diz respeito a flores ou a condomínios de classe média, mas há também um lugar chamado Bougainville, uma ilha pertencente ao Arquipélago de Salomão, com uma população superior a 175 mil habitantes, um pouquinho a mais do que o Maracanã suporta de torcedores (na Copa de 1950, estima-se que havia 200 mil torcedores no Maracanã, quando o Uruguai ganhou do Brasil), vivendo numa área de 9.318 km². O lugar não é nenhuma riqueza, pelo que pode-se imaginar algo rico, como tendo ouro, prata, platina e diamantes. A riqueza de Bougainville não é mineral e sim sua população.
Esta é a história de uma guerra de independência, onde o líder dos revoltosos não era John Connors, mas foi muito mais heroico contra as adversidades que apareceram. Esta é a história de como os ilhéus de Bougainville lutaram até mesmo contra o poderio de um país rico e os colocaram de joelhos. Esta é a história da Revolução dos Cocos.

Em 16 de dezembro de 2008, a astronauta da NASA Heidemarie Stefanyshyn-Piper perdeu sua bolsa de ferramentas, que saiu de seu alcance, iniciando uma órbita ao redor da Terra; e, não. Nada flutua no Espaço. Qualquer corpo está em queda livre. O que pode parecer apenas um irritante contratempo (Stefanyshyn-Piper teve que dividir as ferramentas com seu colega, a fim de continuar o conserto na ISS) pode significar um grande problema futuro. Desde que se iniciouy a corrida espacial, milhares de corpos (entre ferramentas, restos de foguetes, satélites velhos, parafusos e a bolsa de Heidemarie) estão em órbita ao redor da Terra. Isso pode parecer insignificante, mas não é. Para saber mais sobre isso, convém consultarmos o Livro dos Porquês.
Sexta-feira passada (16/07) entrou em vigor, no Rio de Janeiro, uma lei que limita o uso de sacolas plásticas pelos supermercados de grande porte. De acordo com a lei, os grandes supermercados não poderão mais oferecer sacolas plásticas, ficando responsáveis também pelo seu recolhimento, tendo que oferecer um desconto de 3 centavos por cada cinco produtos comprados. A estúpida ideia foi proposta pelo ex-ministro do Meio Ambiente e deputado estadual Carlos Minc (PT), que se acha mais inteligente que uma abóbora, mas eu tenho cá as minhas dúvidas.
Vida de cientista não é fácil. Temos que lidar com as coisas mais obscuras, onde pessoas ditas “normais” torcem a cara (e o nariz) para nosso ramo de atividade e gaha-pão. Um perfeito exemplo disso são os cientistas da Universidade de Liverpool, que estão estudando as emanações de metano por vacas, a fim de deterinar o quanto elas contribuem para o aquecimento global, antes de viorar o nosso amado hambúrguer cm alface, queijo e molho especial (não, hambúrgueres não são feitos com carne de minhoca).
Antes que você pense bobagens, não se trata do seu presidente em atos indecorosos. Trata-se de tão somente uma perversão de cientistas torturadores, que não respeitam o reino animal e colocam (ops) a descoberto algumas peculiares de moluscos desavisados. Dessa forma, eles pegaram a pobre coitada e arregaçaram suas intimidades. Bando de cientista sem coração, que ficam fuçando a vida sexual das pobres lulas; taí o que arrumaram: uma lula com priapismo. Não se tem mais respeito pela natureza e não se pode espalhar seus genes por aí que algum maluco vem logo cortar o seu barato.
Dificilmente as pessoas não gostam de uma boa imagem, seja ela uma foto bem detalhista, seja uma arte gráfica (digital ou não). No ramo científico não é diferente e vemos realmente coisas muito bonitas.
O plâncton é um conjunto de seres (que podem ser animais, archaeas e/ou bactérias) que vivem em zonas pelágicas, isto é, zonas onde seres sobrevivem sem tocar o fundo do oceano. Explicando ainda melhor: zona pelágica é a parte onde só tem água envolvendo e por todos os lados, literalmente. Pode-se dizer que o plâncton está na base da cadeia alimentar, ou, em outras palavras, é banquete de quase todo mundo. E quem se banqueteia com plâncton vira banquete de bichos maiores. A Natureza não é linda? Pois,é.
Atualmente, estamos na onda verde. Tudo é verde. Árvores, apos, algas, lagartas, lixo, pesticidas etc. Tudo muito verde, como a clorofila, que alguns tolos acham que “faz bem”. Bem, realmente dfaz, se você é um ser autotrófo, que faz sua fotossíntese todos os dias. Além disso, acham que tudo que é orgânico é mais legal. Bem, plásticos (sejam eles quais forem) são substancias orgânicas. Quem sabe se o pessoal comer isopor não ficará mais saudável?
Estamos acostumados a ler sobre muitos cientistas pelo mundo afora. Mas há pouca divulgação aqui no Brasil de homens e mulheres que ampliam o conhecimento e ajudam a melhorar a vida das pessoas. Tais pessoas deveriam ser reconhecidas, ter seus nomes mencionados em colégios, merecem ser reconhecida pelo que fizeram, fazem e pelo muito que farão.