O asteroide 101955 Bennu foi apelidado pelos jornaleiros retardados de “asteroide do fim do mundo”, como se aquela joça fosse cair aqui, quando a probabilidade é de ridículos 0,07%. Ele tem um diâmetro médio de cerca de 492 metros e a NASA está muito interessada em saber do que ele é feito.
A Missão Osiris-Rex ficou encarregada de estudar Bennu. Para economizar combustível, Osiris-Rex pegará uma carona com a gravidade terrestre de forma a ser catapultado até o pedregulhão, alinhando com a trajetória dele, coletando material e voltando à Terra para trazer material de estudo.

Várias missões de exploração e observações sugeriram que Marte, um dia, já teve um clima quente, capaz de ter oceanos de água líquida em sua superfície. Para manter Marte quente seria preciso uma atmosfera densa com um efeito estufa suficiente; o problema é que sua baixa gravidade tem probleminhas para manter uma atmosfera lá. Seu núcleo morto não é capaz de gerar uma magnetosfera como a da Terra e o açoite por partículas de alta energia provenientes do Sol contribuiu para mandar uma atmosfera que ele tinha e era “mal presa” embora. Pobre Marte.
O Felipe Miranda é dono do canal
Em 2014, eu postei sobre uma teoria que os mares de
Eclipses sempre foram mágicos, misteriosos e assustadores. Antigos chineses acreditaram que o Grande Dragão devorava o Sol. Possivelmente, Glaurung, aquele grandessíssimo FDP. Outros achavam que era obra de Satã, Nosso Senhor, enquanto outros não achavam nada, pois sua expectativa de vida não era lá grande coisa. Os EUA estavam radiantes com isso. Não é para menos, já que a última vez que um eclipse solar de costa a costa foi em 1918.
Eu gostei de ler sobre o eclipse do dia 21. Sim, muito legal quando a natureza mostra seu balé cósmico, e vemos que escapamos mais uma vez de uma desgraça. Há cerca de 65 milhões de anos, os dinos não tiveram a mesma sorte, no que ficou conhecido como Extinção do Cretáceo-Terciário ou Extinção do Cretáceo-Paleogeno. Um meteorão do mal de 10 km de diâmetro caiu e mandou quase todo para a vala, inclusive dinossauros. O registro estratigráfico mostra que o desaparecimento abrupto das espécies, e não foram só animais. Plantas, também.

É um tanto irônico Netuno, o Deus dos Mares, ser o nome de um planeta frio, mas tão frio, que quase tudo lá está em estado sólido. Água, amônia (com ponto de fusão -77,3 ºC) e metano (P.F. -182 ºC) são dois exemplos daquele lugar desolado, um inferno de gelo em contraposição ao seu primo Vênus (isso soou estranho, já que Vênus é nome de mulher, mas manterei assim). A imensa calota polar que reveste todo o planeta despertou atenção e curiosidade em cientistas planetários. Afinal, o que diabos tem ali por baixo?
O Telescópio Espacial Hubble continua firme e forte dando uma zoiada pelo Universo enquanto ainda não é descomissionado de vez, o que eu espero que nunca aconteça porque… bem, é o Hubble, né? Dessa vez, ele estava registrando umas imagens de Marte, quando o pequeno satélite Phobos estava em sua órbita normal e acabou sendo registrada pelo Hubble, mas tão pequena que é este satélite que ele parece uma pequena estrela.
Ele está velhinho, mas ainda dá no couro, fazendo a alegria de muita gente. Não, não estou falando do seu Antenor, 70 anos, 32 filhos, o mais novo com 7 anos. Estou falando do Telescópio espacial Hubble, que está de olho em tudo pelo Universo afora (ok, ele não fica tomando conta da vida do seu Antenor). A mais recente descoberta é num exoplaneta. Não que exoplanetas sejam mais novidade (tá bem, são!). mas o interessante foi o que foi descoberto num exoplaneta: a comprovação de uma estratosfera.