O que vende? Vende a notícia espalhafatosa, terrível, mundo cão e, melhor de tudo, o mundo vai acabar de forma horrível, numa catástrofe saem precedentes (mentira, tem precedentes), em que toda a vida na Terra será varrida do mapa, da Terra e de tudo mais, pois a própria Terra vai pro saco numa explosão cósmica quando um pedregulhão maior que a minha pilha de boletos acerta um porradão bem no meio de nossa fuça.
E isso porque a NASA informou que um asteroide pra lá de fodástico pode atingir a Terra em outubro e ceifar a vida na Terra. Sim, o jovem também. Já não parece tão ruim, não é mesmo?
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Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
A todo momento se descobre exoplanetas novos. Ou, melhor dizendo, a todo momento se noticia a descoberta de novos exoplanetas. Descobertos eles foram há muito tempo, mas demora um pouco pros cientistas coletarem os dados, reunirem informações e darem sentido a toda essa algaravia de números que precisam dizer algo útil.
Estamos acostumados em ver animações com a Terra girando. Bem, ela não roda em pézinha. Seu ângulo de rotação é justamente o que a faz apresentar as estações do ano, em que seus hemisférios recebem mais ou menos sol, dependendo da época do ano. Mas e o resto dos planetas? Vocês sabem que alguns giram deitado, outros são rápidos, outros mais devagar.
Durante a missão Apolo 8 à Lua, em 24 de dezembro de 1968, os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e William Anders tornaram-se os primeiros humanos a orbitar outro mundo. não apenas isso, eles ainda foram os primeiros a se maravilharem por testemunhar e fotografar o surgimento do planeta Terra pelo horizonte lunar. Este momento ficou conhecido como “Earthrise” ou “O Nascer da Terra”, quando nosso planeta, belo, azul, tímido e fantástico, brota pelo horizonte de um novo mundo, mostrando o que aguardava a humanidade dali a um ano.
Há muitas crendices sobre o que acontece acima da Terra, fora da atmosfera. Os mitos do Espaço falam sobre como achamos que sabemos coisas sobre quanto a NASA efetivamente gastou com o Projeto Apolo, se dá para ver a Muralha da China do Espaço entre outras coisas.
Você ficou maravilhado com a foto do buraco negro? Ótimo! Tem mais afro-buraco pra vocês. Já começa que em 2015 foi comprovada, por meio de detecção direta, ondas gravitacionais. Estes efeitos no Espaço-Tempo tinham sido teorizados pelo tio Einstein e, agora, pudemos ver os seus efeitos. Mas o que acontece quando dois afro-buracos se encontram?
Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.