As pessoas têm uma ideia romanticamente errada sob a Idade Média. Não havia cavaleiros garbosos em cavalos brancos salvando belas donzelas de dragões. Os dragões só existem na Bíblia (e são mais parecidos com a sua sogra), as donzelas não eram tão donzelas assim, além de terem poucos dentes na boca, feridas, vários partos (muitos abortados) e cabelo desgrenhado, os cavaleiros normalmente era um bando de filho bastardo dos ricos senhores feudais (cujos castelos não tinham a aparência do castelo do Rei Arthur) e os cavalos não passavam de pangarés. A expectativa de vida não passava dos 30 anos (com sorte ou nem tanta assim) e o cardápio consistia no que você quis caçar (ou que estava te caçando no dia anterior). Um lugar lindo e maravilhoso, perto da Natureza e rodeado de verde.
Na maravilha que se tornou a Idade Média, lá pelos idos do século XIV, a querida, complacente, misericórdia e gentil Natureza começou a varrer todos os toscos humanos da área, através de uma coisinha linda que ficou conhecida como a Peste Negra, que ceifou mais vidas, mandando 1/4 da população europeia direto para vala, na paz do Nosso Senhor Deus que ama os justos. Hoje, no século XXI, cientistas conseguiram sequenciar o genoma do monstro causador desta doença terrível: a bactéria Yersinia pestis.
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Foi um alvoroço! A notícia que neutrinos podiam ser mais rápidos que a luz fez a festa entre pseudoveículos de informação (aka jornais). Um monte de idiotas decretou a morte das teorias de Einstein, só faltando dizer que o tio querido de todos os cientistas devia estar com outro alemão chacoalhando a mente dele: Alzheimer. Só que a realidade da Física é muito sutil e não se deixa ser conhecida facilmente. Heinsenberg coloca a mão na testa e diz "Dummkopfs!" . Mas, afinal, o que pode ter acontecido? Simples, Einstein estava certo quando os manés tentavam provar que ele estava errado e a própria teoria de Einstein é a base que usaram para tentar provar que ele estava errado. Dafuq is that?
Em algum momento da história da Humanidade, resolveram que as pessoas tinham que aprender alguma coisa. Não só que sementes dificilmente brotarão se não forem enterradas em terra úmida, como fazer uma pirâmide com o lado maior para cima não era uma boa ideia. As pessoas precisavam daqueles com os quais podiam sempre contar. Construíram locais de aprendizado e, é claro, havia crianças por pertos. Local de aprendizado + Crianças deu origem a uma das profissões mais amadas de todas: o pipoqueiro!
Uma das coisas mais maneiras que eu vi (e isso faz tempo) foi uma
Por increça que parível, esta notícia não aconteceu com nenhum jogador brasileiro. Entretanto, o sangue latino tem um cromossomo a mais: o cromossomo de fazer besteira. O jogador de futebol Juan Pablo Pino é colombiano e está atualmente na Arábia Saudita. Ele resolveu passear ao lado da mulher num shopping. Pelas leis islâmicas, isso já não é certo. O problema é que o distinto estava com uma tatuagem à mostra, tendo Jesus estilizado. Como isso é contra a lei, ele foi em cana.
Em
As borboletas monarca não são como todas as demais. Eu nem as acho muito bonitas. Entretanto, elas possuem uma das maiores migrações anuais, saindo dos Estados unidos e indo para o México, a partir de agosto, voltando para o norte durante a primavera (estamos falando das estações do ano referentes ao hemisfério norte), tendo uma viagem tão longa para tão curta vida que a geração que parte do norte não é a mesma que volta do sul. Isso acontece por muitos anos, mas parece que eventos climáticos associados ao aquecimento global está interrompendo isso. Afinal, o que está acontecendo?
Imagino que vocês se lembram quando eu postei sobre
O mundo depois de ontem não é mais o mesmo. Dentre as pessoas mais influentes que apareceram na segunda metade do século XX, Steve Jobs deixou uma marca no mundo e em nossas vidas. Ele foi um dos responsáveis por uma grande revolução que se deu a partir da década de 1970. Ele não usou armas de fogo nem conquistou pessoas ou nações… pelo menos, não da forma que costumamos estudar nos livros de História. A revolução foi no indelével mundo digital.
Não adianta tentar negar: todos nós somos — em maior ou menor grau — detentores de algum tipo de preconceito. Desde coisas que chamam de música, como funk ou os baby, baby, baby da vida, até o modo como nosso vizinha anda vestido, passando por preferências sexuais, cor de pele ou times de futebol, o ser humano mostra que não está muito familiarizado com a vida em companhia de outras pessoas que julgam não fazer parte de um determinado grupo.