Não adianta tentar negar: todos nós somos — em maior ou menor grau — detentores de algum tipo de preconceito. Desde coisas que chamam de música, como funk ou os baby, baby, baby da vida, até o modo como nosso vizinha anda vestido, passando por preferências sexuais, cor de pele ou times de futebol, o ser humano mostra que não está muito familiarizado com a vida em companhia de outras pessoas que julgam não fazer parte de um determinado grupo.
Pesquisadores britânicos estudam até que ponto isso é algo particularmente vindo de uma decisão consciente de nossa gambiarra evolutiva chamada "cérebro" ou por simples pressão social.
Continuar lendo “O preconceito pode não ser culpa do preconceituoso. Ou pode?”

Ê-lerê. Chegou a sexta-feira (FRIDAY! FRIDAY! FUN! FUN! FUN!) e o mundo de Hades… bem, o mundo de Hades continua a lesma lerda. Entre as sandices nossas de cada dia e o trânsito ridículo do Rio de Janeiro, com este amaldiçoado Rock in Rio pairando sobre nossas cabeças, vemos que o peçoau continua com suas tosqueiras. Não adianta tentar entender, deve ser alguma tetrassomia no cromossomo 21 ou em algum outro. De qualquer forma, nós aqui jamais deixaríamos de contribuir para com a sua diversão do fim-de-semana. Com vocês: VOZ DOS ALIENADOS!
O mundo ficou pior quando o Coitadismo se aliou ao Politicamente Correto. Isso gerou o CPC, que mais deveria ser PQP. Quando se fala que a política retardada de cotas no Brasil, muitos acabam achando que isso é mexer em vespeiro. Azar. O Brasil tem cota até para garantir um número mínimo de mulheres nas câmaras municipais, estaduais e federal desde 1995. Salvo engano, e que milady Fátima me corrija, o Artigo 5º, Inciso 1 da Constituição Federal garante igualdade entre homens e mulheres em direitos e deveres. Pois bem, legal, fantástico, maravilhoso. Eu posso eleger qualquer mulher que eu queira, mas e se eu não quiser? Hein? Mas temos que resguardar um mínimo de 30% de cadeiras para elas. Ok. Vamos a outro vespeiro. Cotas para negros, mulatos e… indígenas têm direito a cotas? Sim, têm. E quem estuda, independente de sua etnia? Ah, não. Este terá que esperar que os cotistas peguem as vagas, o que sobrar é que será dividido. Lindo.
Há algum tempo,
O medo é algo intrínseco a todos os seres vivos com um sistema nervoso decente. Quando aplicado em larga escala, o medo acaba virando paranoia. Paranoia em larga escala pode acarretar em coisas lindas como perseguição, ódio e guerra (além de achar que todas as mulheres de seu trabalho estão tendo um caso com você). Qualquer foco do medo, junto a agitação política, não tem bons históricos de finais felizes. E isso é o que parece se desenhar na Holanda, onde nesta sexta-feira foi promulgada uma lei proibindo terminantemente o uso das burcas, niqabs e outras vestimentas características das mulheres muçulmanas.
Dando uma repassada no insano submundo imundo de Hades chamado Twitter, vi um comentário da
Depois deste título, só me resta pensar que eu fui mordido por uma Fátima Tardelli radioativa (visitem o
ESO é o acrônimo de