Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?
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Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.
O mundo de Hades anda enlouquecido. Daí, mandam tudo para o Brasil, o lugar onde distribui-se Bíblias em escolas, queima-se livros de verdade, homeopatia é especialidade médica, prefeituras fazem parcerias com entidades mágicas harrypotterianas, institutos de pesquisa médica usam cromoterapia, astrologia é profissão e cientistas são despejados que nem inquilino cachaceiro.
Sabemos bem onde estão as boas intenções: é um lugar quente, cheio de bandidos, ladrões, assassinos, políticos corruptos, advogados de porta de cadeia, gente que joga lixo na calçada e é administrado pelo Eduardo Paes.
Ontem, estava conversando com um amigo meu. Ele me disse que, agora, o Google monitora tudo o que se fala ao redor de um celular que usa o sistema operacional Android. Segundo este meu amigo, quando um celular assim está diretamente conectado à Internet, ele "ouve" tudo oque se fala em volta e imediatamente, reconhece palavras-chave e envia propaganda via SMS. O que tem de verdade nisso?
Ontem foi Dia da Consciência Negra. Um dia para lembrarmos de lutar contra o preconceito. Mas há outros grupos, minorias, também sensíveis à ação preconceituosa da discriminação social. São pessoas que a Natureza moldou de uma forma, não foi opção ou vontade deles. Um grupo rechaçado, eu diria "odiado", até; em que já na Antiguidade eles eram mal vistos, apesar de serem tolerados em alguns lugares, em outros foram perseguidos, mortos, queimados vivos nas fogueiras da Inquisição.
Daniel Taylor é designer e como todos da sua espécie reinventa soluções desnecessárias para problemas inexistentes. Ele criou um… projeto?… que organiza, pelo menos em sua cabeça, as diferentes passagens da Bíblia que se contradizem. O resultado foi um infográfico e, como todo infográfico tosco, só é bonitinho, mas informa pouco.
Eu pensava que era regra que toda regra tem exceção, mas faltou um adendo: "É regra que toda regra tem exceção, salvo no caso de jornalistas"; e, como vocês bem sabem, jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.
Eu não sei como a maluquice começou a tomar conta, mas ela se alastrou de vez. Jornaleiros ficam enchendo a boca que possuem diploma, o que é uma pena. Ao invés de tirarem um diploma, deveriam ter usado o tempo da faculdade para estudar coisas que prestem, como Física Básica e Lógica, por exemplo.