As pessoas continuam se relacionando bem nas outras partes do mundo. Principalmente na Cisjordância, onde judeus e palestinos convivem harmoniosamente. Pelo menos, é assim que a Cellcom, a maior empresa israelense de telefonia celular, vê a situação. Ou pelo menos, seus marketeiros, o tipo de raça que pode ser muito perigosa.
Um comercial de TV está provocando uma celeuma dos infernos no país por utilizar como cenário o muro construído por Israel na Cisjordânia. Não que isso seja muito relevante, pois até mesmo se você jogar papel no chão é motivo pra atentado, retaliação, mais atentados, mortes, prisões e tudo o que aquele cafundó do Judas (literalmente) pode produzir de maluco. No filme, no ar há duas semanas, um grupo de soldados israelenses é surpreendido por uma bola de futebol vinda do outro lado do muro (o lado palestino), e um deles a devolve com um chute.
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Mais de 40 rabinos, prefeitos e políticos ganharam um lindo presente nesta quinta-feira (23/07). Os distintos ganharam o fabuloso prêmio de ir passar uns dias na cadeia,no cafofo, no xilindró; entraram em cana, verão o Sol nascer quadrado e ganharão pijaminha de zebra. Lugar? Óbvio que não é aqui e sim nos EUA.
Trabalhando com simulações em modelos matemáticos, um grupo de pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos acaba de propor um mecanismo de formação de novas espécies biológicas que não envolve barreiras físicas ou isolamento geográfico. O estudo foi publicado na revista
Olá, senhoras e senhores. É uma satisfação tê-los aqui novamente. Eu sou André, seu anfitrião (não, não sou aquele
Mesmo depois de 40 anos, ainda existem malucos, burros, desinformados, tolos, ignorantes e, em boa parte, fanáticos religiosos, que se recusam a acreditar que o homem realmente pisou na Lua. Como em qualquer caso onde prefere-se a ficção à realidade, malucos diversos pensam que ainda vivem num mundo pós 2ª Guerra e início da Guerra fria, onde os governos faziam tramóias, criavam ilusões, escodiam a verdade do público entre outras sandices, como o caso Roswell (em que acham que tem uma espaçonave lá escondida). Da mesma fora que querem acreditar em qualquer besteira, se recusam a acreditar na Ciência e as evidências que são mostradas. As pessoas são muito estranhas… Mas, será que o homem foi à Lua mesmo? Copmo podemos ter certeza? Quais as principais alegações dos teóricos em conspiração?
Eu pensei com meus botões: “Sol brilhando, ainda que uma frente fria está chegando, mudando o tempo. Logo, nada de muito maluco vai acontecer nesse iniciozinho de semana. Certo?”
Eu pensei que o mundo estava ficando mais normal, por não ter achado nada bizarramente louco que merecesse uma Sexta Insana. Me enganei. Uma família da Arábia Saudita está processando judicialmente um “gênio” (é, que nem aquele do Aladin ou o Shazan) por roubos e ameaças, segundo informações do jornal Al Watan; chegando até mesmo ao ponto de acusar o “espírito” de jogar pedras neles e roubar telefones celulares. Senhoras e senhores, este é um SÁBADO INSANO!
O que significa a expressão “todos são iguais perante à lei”? Ao meu ver, seria de esperar que um Estado proveria condições iguais a todos os seus cidadãos. Não é o caso do Brasil, onde há inúmeros favorecimentos a diversos grupos de pessoas, em detrimento de outras. Mas se os direitos são iguais, por força de lei, então temos algo que não deveria haver num sistema de leis: contradições.
Um grupo de cerca de cem homossexuais espanhóis anunciou a criação da primeira comunidade religiosa para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais – a Primeira Igreja Protestante Inclusiva. O grupo se define como “uma organização evangélica que não pretende discriminar ninguém por opção sexual ou credo” e pretende formar pastores, oferecer cultos e casar homossexuais, inclusive ateus.
Num recente experimento, realizado pelo Dr. Ben Colagiuri da Universidade de Sidney, Austrália, e seus colegas, uma amostra de pacientes dependentes de álcool receberam naltrexona, acamprosato ou placebo durante 12 semanas. Embora não houvesse diferenças de resultados entre os grupos de tratamento, aqueles que acreditavam que tinham tomado medicação verdadeira consumiam menos bebidas alcoólicas e relataram menor dependência do álcool e cravings. O estudo foi publicado na