Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.
O ponto é que algumas manifestações, ainda que desnecessárias, são engraçadas e servem de simbolismo. Um simbolismo que é erroneamente interpretado e o pessoal realmente leva a sério. Um exemplo é o caso de Edwin Kagin, responsável por uma sessão “desbatismo”. Agradeço ao Alexandre por compartilhar este mimo de notícia.

Hoje é edição especial, já que é comente de uma única “pessoa” (se bem que eu acho que ele não passaria no Teste de Turing). O amiguinho Max Machado, que nasceu em 1983 e usa o hotmail (mas eu juro que não divulgarei o endereço de e-mail), resolveu que a semana estava sem graça e resolveu usar seus poderes mágicos e mostrar a relevância de sua irrelevância, decidindo brindar-nos com a sua incrível dialética. Solta ao verbo, Max.
O que mais se vê por aí é político virando religioso de uma hora pra outra. Fernando Henrique Cardoso é um perfeito exemplo: ateu de carteirinha, mudou de prosa e até disse, quando em campanha em Mauá e Jundiaí, que era “mulatinho”. O
Além de ir para o Inferno quando morrerem os Ateus podem se preocupar ainda mais com a ira divina enquanto ainda estiverem vivos, pois uma pesquisa feita durante 30 anos concluiu que os religiosos podem ser bem menos propensos a doenças cardiovasculares.
Se tem uma coisa que eu não tolero é gente imbecil. Se há algo que consegue competir com crente fanático é ateu fanático, como estes imbecis que se chamam “ateus militantes”. Os caras se acham os arautos da liberdade, bem ao estilo norte-americano de invadir a terra alheia à guiza de “libertar”. No caso dos ateus militantes – que conseguem ser tão irritantes quanto Testemunhas de Jeová -, há a ideia que eles devem livrar o mundo da religião, invadindo locais de culto e fazendo comícios
No dia 4, noticiamos a
Uma equipe de arqueólogos italianos da Universidade de Roma estudam móveis encontrados em uma das grutas existentes no deserto de Neguev. Os artefatos, descobertos por acidente depois que um míssil do Hamas abriu uma fenda na montanha de Rosh Azazel, despertaram curiosidade na região e nos centros acadêmicos. O Vaticano, recentemente enviou arqueólogos de diversas universidades europeias para analisar as peças e, ao que parece, teriam sido os móveis feitos por Jesus de Nazaré, antes de ele começar o seu ministério.
Não adianta que você diga cético, ateu ou que não acredite em espíritos, pois eu tenho certeza que ao menos uma vez na vida você recebeu a encarnação do espírito de porco. Nesses momentos de possuído, talvez você tenha vontade de ir a igreja e descarregar o espírito do porco nos pastores.