
Vemos hoje uma correria por conta do coronavírus. Vemos o quanto nosso sistema gerencial não está apto para lidar com catástrofes. Se as ambientais, daquelas que acontecem todo ano (vocês sabem, as chuvaradas em janeiro alagando tudo e causando enchentes, por exemplo), já são difíceis de serem administradas, para no ano seguinte acontecer a mesma coisa e a mesma falha de atuação, causando o que sempre causa (mortes e mais mortes), imaginem algo que não foi esperado.
Com o nosso sistema emergencial precário, com uma pandemia descontrolada (eu nunca vi pandemia controlada, mas vai ficar assim mesmo), olhando pro que temos produzido até agora, fica a pergunta: aprendemos alguma coisa com isso? Nós realmente aprendemos a lição?

O Projeto Ártemis visa levar astronautas de volta à Lua, com a primeira mulher a pisar lá. Novas pesquisas em termos de foguetes nos darão algo fantástico que a NASA não tem feito desde o histórico Saturno V. Estamos no aguardo, seja a NASA ou a SpaceX.
Porcos são animais ótimos, criaturinhas fofinhas, meigas e deliciosas. Só um animal alçado à divindade seria capaz de nos dar o nosso amado bacon. Um bichinho querido assim precisa ter alimentação adequada. Se ele se alimenta direito, nossa refeição ganha mais sabor. Uma das teorias vigentes é que porcos que se alimentam com refeições ricas em cobre acabam gerando uma carne mais saborosa, já que o referido metal parece aumentar a capacidade dos porcos de utilizarem gordura após a absorção, resultando em maior utilização de energia de toda a dieta.
A brutal extinção em massa no final do período Permiano, há 252 milhões de anos, mandou pra vala 95% de toda a vida na Terra. Pero dela, a extinção que aniquilou os dinos não foi nada. Mas tem um detalhe: evidências sugerem que esta extinção foi muito mais severa na terra seca do que nos ambientes aquáticos, de acordo com os novos leitos fósseis da África do Sul e Austrália.
O mundo não pára, a Lusitânia não deixa de rodar. O coronga está ai catando geral mas, mesmo assim, ainda emos algumas notícias a lhes trazer. Algumas sobre selfies robóticas até clérigos falando para ninguém, embora digam que Deus está em todos os lugares.
No filme Sem Limites, o loser toma uma pilulinha que o deixa bem mais inteligente, fazendo com que preste mais atenção nas coisas e seu cérebro comece a trabalhar a mil por hora. Claro, parte disso é ficção. O melhor mesmo seria uma mutação genética induzida para lhe deixar que nem o Líder, né?
Sim, você deve ter esquecido do rover Curiosity. Ele continua vivo e bem. Subiu no topo de uma colina, e para registrar tirou uma selfie no dia 26 de fevereiro de 2020, capturando o cenário em volta. Essas imagens são usadas para preservar a cena em que o veículo espacial perfurou amostras da superfície. Mas você já se perguntou como essas selfies são do ponto de vista do Curiosity? E por que o braço do veículo espacial não está na foto?
Sim, todo mundo está dando a máxima atenção ao corona. Não implica, entretanto, que não noticiemos formas de detecção de outros agentes infeciosos. Um exemplo disso é um pequeno dispositivo que pode detectar rapidamente bactérias nocivas no sangue, permitindo que os profissionais de saúde identifiquem a causa de infecções potencialmente mortais e combatam-nas com medicação de forma a mandar aqueles seres do Inferno pra vala.