
Houve um tempo em que a pior coisa que uma bactéria podia fazer com você era destruir sua caravana de carroças em plena Oregon Trail, com aquela mensagem inesquecível avisando que alguém havia morrido de disenteria. A disenteria, aliás, sempre foi a grande negligenciada dos livros de história: em muitas guerras, matou mais soldados que as batalhas, só que sem direito a estátua equestre. Pois, é, né? A coitada nunca se aposentou e agora, segundo a imprensa internacional, ganhou um novo e delicado meio de transporte: diarreia sexualmente transmissível.
Eu, que julgava a idade adulta-pra-idosa incapaz de me oferecer novas surpresas desagradáveis, fui gentilmente tapeado que nem o Pica-pau! O assunto é a shigelose, doença que já mata mais de 200 mil pessoas por ano no mundo, não tem vacina licenciada e, a julgar pelos números, perdeu qualquer vestígio de timidez. Continuar lendo “Bizarrice de hoje: Diarreia transmitida por via sexual”



Há milênios, sabe-se que o uso de prata ajuda no combate a infecções, mesmo antes de se saber o que era bactérias, filhas de mães de moral duvidosa ou micróbios que ficam atrasando o trabalho. A prata metálica era conhecida pelos caldeus em 4.000 AEC, e era o terceiro metal conhecido mais usado pelos antigos, depois de ouro e cobre. Ao longo desses milênios, a prata tem sido usada para inúmeras condições médicas.
Sim, todo mundo está dando a máxima atenção ao corona. Não implica, entretanto, que não noticiemos formas de detecção de outros agentes infeciosos. Um exemplo disso é um pequeno dispositivo que pode detectar rapidamente bactérias nocivas no sangue, permitindo que os profissionais de saúde identifiquem a causa de infecções potencialmente mortais e combatam-nas com medicação de forma a mandar aqueles seres do Inferno pra vala.
Você deve ter visto pessoal compartilhando e comentando sobre a incrível descoberta do que causa o Alzheimer: uma bactéria. Pois é, pessoal falou bobagem novamente. Não é isso. Indo pro TL;DR o que foi descoberto é como agentes infecciosos poder direcionar (e não criar) doenças degenerativas como o Alzheimer, bem como sua progressão. Isso significa dizer que uma bactéria não está fazendo as pessoas contraírem Alzheimer, e sim como a infecção age sobre uma pessoa que ou tem e apresenta ou tem, mas ainda não começaram os sintomas.
Nenhuma doença é legal, mas com certeza as que acometem o intestino estão entre as mais infames, desconfortáveis e muitas vezes fatal. Há muitos tratamentos, inclusive em que
Olhos perspicazes olham para outro mundo. Este observador viu mudanças inteiras, fantásticas, incríveis. Os seres observados ignoram aquela presença, mas se sequer fossem capazes de imaginar, com certeza, o chamariam de “divindade” ou um Celestial. Desde o alvorecer até o desenrolar da pré-história, o Observador, calmo e paciente, vê as suas crianças se desenvolvendo. Um dia formarão cidades e inventarão a escrita? Pouco provável, mas o Observador apenas anota o tempo mediante a sua escala de vida, o que parece éons e éons para aqueles lá observados.