Em qualquer tipo de debate, é mais do que necessário manter a sobriedade nas afirmativas. Cair em falácias é muito fácil, mas nem por isso devemos nos apegar a elas para sustentar o que temos a dizer. Objetividade é a regra e deve-se ter em mente que qualquer proposição deva ter conteúdo lógico e não um amontoado de palavras absurdas. E são absurdos o que mais vemos em debates quando o assunto é religião.Por vezes, as postagens dos religiosos são repetitivas e irritantes. Sempre acabam caindo nas mesmas falácias e desvios de assuntos, o que é irritante em certos casos. Para facilitar os debatedores, fizemos uma relação das (pseudo)justificativas mais usadas pelos religiosos (e que não justificam nada). Cliquem AQUI e apreciem a leitura.

Achei muito útil e interessante a iniciativa de organizar as “justificativas” apresentadas pelos religiosos. Eu já devo ter ouvido boa parte delas. Mas é preciso deixar claro que o fato de conhecermos estas “justificativas” serve apenas para enriquecer o nosso conhecimento, e jamais para convencer um religioso quanto ao erro da sua argumentação. Assim sintetizou Carl Sagan:
“Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.”
O fato de nossa lógica pouco ou nada adiantar com os religiosos serve para reforçar que, na realidade, estamos trilhando um caminho muito mais razoável que eles. Alguns simplesmente ignoram a lógica (normalmente, os seguidores); outros formam argumentos deliberadamente falaciosos para atingir seus objetivos (normalmente, os líderes).
CurtirCurtir