Eu não sei o que é um médium honesto. Dizem que existe, que normalmente eles são amigos dos fantasminhas, mas estou em dúvidas. O brasileiro não é melhor nem pior que o resto da humanidade, em que é capaz de acreditarem em cobras falantes do que em Evolução ou em vacinas. Aqui se dá comendas a rezadeiras, e chamam médicos de vagabundos quando não querem ir pros cafundós do Judas trabalhar sem salário. Daí me aparece o Fernando de bem com a vida, que agora está prestes a ver ispritus nascerem quadrados.
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Vegans sempre soltam trocentos “artigos científicos” mostrando os problemas das carnes. O fato que esses artigos não dizem o que eles alegam dizer é secundário, principalmente no tocante ao conceito de carne vermelha, carne processada e carne ultra-processada. Para defender a narrativa, jogam tudo no mesmo balaio, quando outros alimentos ultra-processados não são saudáveis da mesma forma. O problema é que uma recente pesquisa andou revendo o que foi publicado sobre carnes vermelhas e chegaram num veredicto que não se pode ignorar: há falta de evidências que carnes vermelhas in natura e processadas sejam tão perigosas quanto se alegava, e pede uma revisão em larga escala.
Você ligou o “Disque Paraplégico” e foi redirecionado pra cá? Sim, porque se quis falar com Nosso Senhor Jesus, perdeu tempo, ele não liga pra essas coisas. Tentou falar com alguém de Humanas? Eles devem ter lhe dito que qualquer coisa a fim de mudar a condição de alguém impossibilitado de andar era eugenia. Se você realmente quis saber como poderíamos resolver, caiu no lugar certo, pois, só a Ciência pode resolver este tipo de questão.
Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
Todo mundo sabe que não existe pesquisa científica sem café, o líquido negro da sabedoria que nos faz seguir em frente. O problema é o que fazer com o que sobra dele depois. Você pode até usá-lo para dar um reforço na sua composteira, com filtro de papel e tudo, mas tem pesquisadores pensando em usar a borra do café, não para ler a sua sorte, mas para a feitura de novos polímeros. A promessa é de um material resistente, ecológico e otimizado para ser usado em impressoras 3D. Mas como assim?
Você pode pensar que remédios especializados mediante etnias é algo próximo (se não o próprio) a racismo. Não é. Pessoas são diferentes, ainda mais quando colocamos duas etnias na balança. A resposta farmacológica pra um nem sempre serve para o outro. Resta fazer pesquisas, por mais eugenista que alguns idiotas queiram fazer parecer.