Cirurgia faz tetraplégicos voltarem a ter movimentos nas mãos. Manda a sua aí, sociologia

Eu sou um cara que me sinto afortunado. Por não ser da área de Filosofia, eu tenho muitas vantagens; não só e ser uma pessoa normal, com todos os cromossomos funcionando adequadamente, como posso ficar feliz de ver paraplégicos andarem, sem arrumar alguma bobagem para justificar que eles têm que ficar presos para sempre em suas camas, do contrário seria eugenia. Os paraplégicos também ficam felizes por boçais filosóficos não serem levados a sério fora de sua caixinha de eco.

Como Jesus já chegou na fama e não atende mais pedidos de fãs, restou à Ciência resolver isso, usando técnica de transplante de nervos.

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Toscos nos cafundós de Shiva quase sacrificam criança de 3 anos

A Índia é um país peculiar. Por peculiar, eu quero dizer totalmente insano; mais até que o Brasil! O Brasil é tosco, todo mundo sabe disso, mas a Índia é diferente. Berço da Matemática como conhecemos hoje, tendo sido um dos inventores dos números, junto com os árabes (os gregos não tinham sistema de numeração próprio, por isso eram ótimos geômetras mas péssimos aritméticos), a Índia consegue feitos memoráveis, como mandar uma sonda pra orbitar Marte e acertam de primeira (vocês lembram que eu falei que eles inventaram a Matemática, né?), enquanto o Brasil não consegue mandar um Cubesat e, quando fazem, mandam um peso de papel que aqui custou 400 mil reais, já que o não pagamento fez com que ele subisse sem o software. Brasil inventou o primeiro peso de papeis em microgravidade!

Aí você espera que um país com uma ciência aeroespacial bem desenvolvida (além de uns nukes no estoque) tenha um bom desenvolvimento. Não que não tenha, mas o lado social acabou com gente ainda vivendo na era pré-qualquer coisa, quando a polícia precisa intervir rápido, já que os familiares de uma criança iriam sacrificá-la em honra a… bem, nem eles sabem direito.

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Cérebros de brancos não processam direito rostos de negros. Pesquisador não quis testar cérebros de negros

Em tempos de problematização, uma das formas que pessoal lacrador implica é quando alguém diz que outra etnia é composta por indivíduos todos iguais. Eu tive um colega de trabalho japa (na verdade, era descendente, mas é japa. Que se dane se você não gostou) nos sacaneava dizendo, com sotaque, que “ocidental é tudo igual, né?” (o miserável nunca tinha ido ao Japão). Hoje isso é mal-visto, tido como racismo. Bem, até poderíamos aceitar como racismo, mas isso porque somos programados para identificar gente como nós. “Pessoas como nós” é garantia que não seremos atacados pela tribo vizinha, o que faz sentido num mundo com alguns milhares de seres humanos totalmente espalhados, mas é o tipo de informação gravada em nosso cérebro.

Então, temos o sentimento que quem não é igual a nós, é tudo a mesma coisa, mas será isso preconceito que se aprende? Pois, uma pesquisa mostra que não é tão simples assim.

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NASA AVISA: Vem pedregulhão aí, dizem jornaleiros

O que vende? Vende a notícia espalhafatosa, terrível, mundo cão e, melhor de tudo, o mundo vai acabar de forma horrível, numa catástrofe saem precedentes (mentira, tem precedentes), em que toda a vida na Terra será varrida do mapa, da Terra e de tudo mais, pois a própria Terra vai pro saco numa explosão cósmica quando um pedregulhão maior que a minha pilha de boletos acerta um porradão bem no meio de nossa fuça.

E isso porque a NASA informou que um asteroide pra lá de fodástico pode atingir a Terra em outubro e ceifar a vida na Terra. Sim, o jovem também. Já não parece tão ruim, não é mesmo?

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O Desafio de Elias

O primeiro livro de Reis, capítulo 18 é uma preciosidade. Mostra-nos a mentalidade cética em ação. Elias desafia os profetas de Ba’al a mostrar o poder de seu deus. Manda colocar dois holocaustos e cada um invoca o seu deus: Elias, chama pelo Deus de Israel, os profetas de Ba’al chamam, bem, Ba’al, né? Ba’al deu o perdido e não fez nada, mas Javé manda um linguão de fogo e consome tudo. Depois, Elias placidamente mostra quem é o verdadeiro deus, para em seguida mandar matar os profetas de Ba’al.

Não seria interessante se fizéssemos a mesma coisa hoje? Poderíamos desafiar o Todo-Poderoso a fazer seu milagre. Não precisamos nem matar os seguidores dele, pois isso é selvageria. Só clamaríamos para Deus, o Senhor que atende tudo o que lhe pedirmos, aja imediatamente. Sendo Deus, ele atenderia imediatamente, certo?

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Grandes Nomes da Ciência: Camille Schrier, a Miss Química

Saltos ecoam pausadamente no chão. O alvo traje bem ajeitado sobre o corpo delineia bem, mas não tanto para se divisar o que se tem dentro. Não é importante. Os cabelos lindos, macios e sedosos rebrilham nas luzes e a bancada está à sua frente. Luvas postas nas mãos. Óculos de segurança como manda a norma. Um leve batom, mas vaidade não é impedida no meio científico.

A cientista coloca os reagentes, executa a experiência. Ela logra o prêmio maior, o prêmio que buscava. Esta cientista ganhou o título Miss Virgínia.

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Renderização mostra como era tatatatataravô das cobras

Era uma vez uma cobra com 4 patas que conseguia ficar ereta. Não apenas isso, ela falava e mandou umas ideias de jerico pra uma dona burra feito uma porta, casada com um zé ruela mais burro que ela. Aí veio o chefe da milícia e expulsou todo mundo do condomínio construído de forma irregular.

Assim diz a mitologia Tropa de Elite 3, o Inimigo é Javé. No mundo das pessoas normais, cobras evoluíram de um ancestral que até pouco tempo não se tinha certeza de como era o formato. Só que uma equipe de pesquisadores conseguiu reconstruir como o ancestral das peçonhentas marvadas possa ter parecido.

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Estou ofendido, me abracem

Hoje vivemos na Era do Biscoito. Mas espere! Não só temos a era que todo mundo parece quer uma saraivada de biscoito, como associa com outra palhaçada: “isso é ofensivo” ou “estou ofendido”. A juventude hoje está com os nervinhos à flor da pele. Eles se melindram muito, se melindram demais, se ofendem por tudo. Se ofendem até pelo que não é com eles, sendo que as pessoas “afetadas” não ligaram.

Agora, a bola da indignação da vez é o caso do cozinheiro, sua camiseta e duas freiras. Sim, até parece titulo de filme das Brasileirinhas, mas garanto que a coisa mais lasciva é um beijo (e nem animado é)

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