A Agência Italiana dos Fármacos (AIFA) – numa medida que eu entendo como “mostrar o dedo médio pra ICAR” – autorizou na noite de quinta-feira (30/07) o uso da pílula abortiva no país. O Império do Mal (aka Igreja Católica) ficou possessa com a decisão, protestou, bateu o pézinho, colocou as mãos na cintura e caiu em prantos, dizendo que a AIFA era feia, boba e chata. Mesmo assim, os Jedis da Agência de Fármacos não deram a menor bola. Como última tentativa de comoção, a ICAR ameaçou os médicos que prescreverem a pílula de excomunhão, bem como as pacientes que tomarem o remédio. Sim, você já viu essa notícia antes AQUI, AQUI e AQUI, mas há alguns quilômetros de distância deles. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
O cérebro humano pode adaptar-se às novas necessidades, mesmo na idade adulta. Neurocientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets) já encontraram provas de que mudando com insuspeitada velocidade. As conclusões sugerem que o cérebro dispõe de uma rede de ligações silenciosas que fundamentam a sua, digamos, “plasticidade”.
Uma pessoa com um braço amputado possui “sensações” no membro perdido quando ele(a) é tocado no rosto. Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque a parte do cérebro que normalmente recebe a informação do braço começa se referindo a sinais próximos da região do cérebro que recebe a informação da face. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Uma equipe de cientistas descobriu um fóssil de um roedor, cuja espécie está extinta. Os restos fósseis de um dente encontrados em Alborache, Valência, pertencem ao Eomyops noeliae, pertencente à família Eomyidae, e representa o mais antigo registro deste gênero no mundo. Obviamente, toscos ignorarão análises de DNA, bem como sua estrutura morfológica, dizendo que trata-se apenas de um dente. Ou que, de repente, pertencia à alguém da família de Noé. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Convenhamos: achar notícias e informações relevantes neste ambiente anárquico chamado Internet não é pra qualquer um. Às vezes, topamos com uma informação, dica, notícia ou algo que achamos que seja do interesse alheio, por acaso. Assim, muitas pessoas gostariam de compartilhar o achado com outras pessoas, de forma a diminuir a trabalheira, da mesma forma como gostaríamos de encontrar algo de nosso interesse, mas que não tivemos a sorte de encontrar.
Existem muitas ferramentas para isso na Internet, sendo o Digg o mais conhecido. Mas, e na língua de Camões e Machado de Assis? Como fica? Para isso, nós contamos com o Diga Cultura. Mas, o que é isso? Clique aqui para ler o restante deste artigo »
A expressão “cego como um morcego” nunca foi cientificamente certa, já que morcegos não são cegos, e sim, eles podem ver muito bem de dia, apesar de seu comportamento noturno. Cientistas do Max Planck Institute for Brain Research, em Frankfurt, e da Universidade de Oldenburg analisaram a sensibilidade das retinas de algumas espécies morcegos e detectaram células cones e pigmentos visuais neles, por meio de análise eletrorretinográfica. A pesquisa foi publicada na PloS ONE. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Um estudo de sedimentos encontrados na região de Cuzco, no Peru, sugere que o antigo Império Inca se beneficiou de um período de aquecimento global que durou cerca de 500 anos – exatamente na época em que aquela civilização conheceu seu maior apogeu. O estudo, coordenado pelo pesquisador Alex Chepstow-Lusty, do Instituto Francês de Estudos Andinos em Lima, capital peruana, analisou como a evolução social e econômica verificada durante os anos incas se relacionam às mudanças climáticas nos Andes no mesmo período.
A conclusão é que séculos de temperaturas elevadas melhoraram as condições agrícolas e permitiram o cultivo de alimentos para sustentar uma população crescente e um exército poderoso. O estudo analisou uma seqüência de sedimentos do lago Marcacocha, localizado 12 km ao norte de Ollantaytambo, um dos grandes assentamentos incas, contendo evidências das mudanças climáticas ao longo de milênios. A pesquisa foi publicada no número atual na revista científica Climates of the Past . Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona e da Universidade Princeton mostra que formigas – sim, aquelas lindas formiguinhas que você adorava matar com uma lente, concentrando os raios do sol – podem realizar uma tarefa mais racional do que nós mesmos, apesar de termos este cabeção, polegares opositores e capazes de desenvolver tecnologia, nem que seja pra assistir Big Brother.
Bem, realmente, as formigas usam mais de racionalidade, mesmo… Clique aqui para ler o restante deste artigo »
A sanidade parece algo que está se tornando raro por aí. Isso se nunca foi. Um simples giro pelo mundo e vemos as maiores loucuras, bizarrices, imbecilidades e tosqueiras que o ser humano consegue cometer. Que o diga a polícia do estado norte-americano do Texas, onde uma mãe pra lá de louca achou que estava em algum filme do Shyamalan, começou a ouvir “vozes” e, por uma ordem que a estúpida achou vir do Diabo, matou o próprio bebê, decapitando-o.
Se eu tive alguma fé na vida, foi no ser humano. Fé esta que está indo embora rapidinho. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Após o susto provocado pelos ataques contra sites dos governos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul no início deste mês, um novo estudo alerta para o risco de grupos terroristas utilizarem a internet para realizar um grande ataque nuclear. O relatório, divulgado pela Comissão Internacional para Não-Proliferação Nuclear e Desarmamento (ICNND, na sigla em inglês), afirma que os sistemas de computadores e informações de muitos governos não estão protegidos o suficiente e que, dentro de determinadas circunstâncias, terroristas poderiam acessar estes sistemas e lançar um ataque nuclear de proporções mundiais. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Responda rápido: O que é que faz chamadas telefônicas, é portátil, toca música e até tira foto? Não responda ainda. Este aparelho ainda tem joguinhos, agenda eletrônica, faz vídeo e podemos instalar aplicativos, funcionando até como GPS às vezes? Resposta? Um microscópio portátil!
Bem, quer dizer, eu imagino que a sua resposta tenha sido um telefone celular (ou telemóvel, como chamam d’além mar). Você não está errado se respondeu assim, da mesma forma que eu não estou maluco. Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, está desenvolvendo um sistema a ser acoplado em telefones celulares, de modo que possam funcionar como microscópios portáteis, ajudando na detecção de doenças de modo rápido e ágil em lugares de difícil acesso, sem nenhum laboratório decente por perto. Onde quer que esteja, DeForest Kelley deve estar sorrindo agora. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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