O asteroide 101955 Bennu foi apelidado pelos jornaleiros retardados de “asteroide do fim do mundo”, como se aquela joça fosse cair aqui, quando a probabilidade é de ridículos 0,07%. Ele tem um diâmetro médio de cerca de 492 metros e a NASA está muito interessada em saber do que ele é feito.
A Missão Osiris-Rex ficou encarregada de estudar Bennu. Para economizar combustível, Osiris-Rex pegará uma carona com a gravidade terrestre de forma a ser catapultado até o pedregulhão, alinhando com a trajetória dele, coletando material e voltando à Terra para trazer material de estudo.

Várias missões de exploração e observações sugeriram que Marte, um dia, já teve um clima quente, capaz de ter oceanos de água líquida em sua superfície. Para manter Marte quente seria preciso uma atmosfera densa com um efeito estufa suficiente; o problema é que sua baixa gravidade tem probleminhas para manter uma atmosfera lá. Seu núcleo morto não é capaz de gerar uma magnetosfera como a da Terra e o açoite por partículas de alta energia provenientes do Sol contribuiu para mandar uma atmosfera que ele tinha e era “mal presa” embora. Pobre Marte. 
Ele está velhinho, mas ainda dá no couro, fazendo a alegria de muita gente. Não, não estou falando do seu Antenor, 70 anos, 32 filhos, o mais novo com 7 anos. Estou falando do Telescópio espacial Hubble, que está de olho em tudo pelo Universo afora (ok, ele não fica tomando conta da vida do seu Antenor). A mais recente descoberta é num exoplaneta. Não que exoplanetas sejam mais novidade (tá bem, são!). mas o interessante foi o que foi descoberto num exoplaneta: a comprovação de uma estratosfera.
Asteroides são um perigo real, só não se sabe se é imediato. Aqueles pedregulhões do mal lá no Espaço podem muito bem entrar em rota de colisão. Para tanto, nós temos vigias. Gente perscrutando o firmamento, prontos para entrar em ação no caso do pior acontecer, avisando com antecedência.
Há 20 anos NASA pesquisa Marte da forma mais hardcore. mandando para lá sonda, satélites e rovers. eu já tinha falado que Marte é Cybertron, e nesses longos 20 anos, a Aventura Humana em busca de outros planetas conseguiu muito, mas ainda nem arranhamos a casquinha de nossas possibilidades.
A missão NEOWISE é buscar asteroides e cometas perto da órbita terrestre, usando a capacidade de detecção pós-criogênica, e usando sensores infravermelhos. Em fevereiro de 2011, a NASA anunciou que NEOWISE havia descoberto muitos objetos novos no Sistema Solar, incluindo vinte cometas. Durante suas missões primárias e estendidas, a nave espacial forneceu caracterizações de 158.000 planetas menores, incluindo mais de 35.000 objetos recém-descobertos.
O Parker Solar Probe da NASA será a primeira missão a “tocar” o Sol (preste atenção nas aspas, pombas!!). A nave espacial, do tamanho de um carro pequeno, viajará diretamente para a atmosfera do Sol a mais de 6,4 milhões de quilômetros da superfície da nossa estrela. O lançamento está programado para o verão de 2018.
Uma equipe de astrônomos da Universidade Estadual de Ohio assistiu a uma estrela desaparecer e possivelmente se tornar um buraco negro. O diferencial é que esta estrela não tinha se tornado uma supernova, como a teoria corrente diz.