Quanto é um ano marciano?

Marte não é como a Terra. Por estar numa órbita maior, o tempo que demora para dar uma volta ao redor do Sol é maior que o período orbital da Terra. Enquanto o ano terrestre é de 365 dias (e algumas horas), o ano marciano equivale a 687 dias terrestres. Isso faz com que as estações também tenham um período maior.

Claro, você pergunta por que isso seria interessante. Quando se tem instrumentos de medidas e rovers operando basicamente dependendo de energia solar, é preciso saber quanto de sol os dias marcianos terão, para que no inverno marciano se poupe energia nas baterias até que as células solares possam recarregá-las novamente.

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Esta é a Cassini passando por Saturno

Depois de 7 anos perscrutando o Senhor dos Anéis de nosso Sistema Solar, o combustível da Cassini está acabando. Para impedir que ela caísse num dos satélites naturais de Saturno, que podem abrigar vida e contaminando-os com algo da Terra, a Cassini foi atirada em direção a Saturno.

As imagens são fantásticas e aqui você poderá ver o Grand Finale de uma grande sonda que muitas informações nos trouxe de Saturno e seu séquito.

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O Telescópio Espacial Kepler observa Netuno

O telescópio espacial Kepler da NASA observa o oitavo planeta em nosso Sistema Solar, Netuno. O Kepler detectou pequenas mudanças no brilho de Netuno causado pela rotação diária do planeta, o movimento de nuvens e até mesmo ondas sísmicas do próprio Sol!

Originalmente concebido para a procura de exoplanetas (vocês sabem: planetas fora do nosso Sistema Solar), as observações de Kepler sobre Netuno pavimentam o caminho para futuros estudos do tempo e do clima além do nosso sistema solar.

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A Última Missão da Sonda Cassini-Huygens

A Missão Cassini-Huygens foi lançada em 15 de outubro de 1997, e agora sua missão está chegando ao fim. Enquanto a sonda Huygens beijou Saturno, a Cassini ficou lá em cima, passando por anéis e fotografando e filmando tudo o que podia. Cada imagem é uma poesia à parte. Mas tudo tem que terminar um dia.

Depois de 7 anos perscrutando o Senhor dos Anéis de nosso Sistema Solar, o combustível da Cassini está acabando. Seria simples deixá-la se esborrachar de qualquer jeito, mas não pode ser assim, não seria justo. Não seria digno.

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As Luzes da Atividade Humana

Qualquer visitante extra-terrestre que passar pela Terra perceberá que há vida aqui, talvez até inteligente. Nossa maior mostra que estamos aqui é nossa pegada luminosa, com trocentos lumens mostrando que há poucos lugares onde não estamos.

A missão conjunta entra a NASA e o NOAA enviou ao Espaço o VIIRS – Suomi NPP, o Visible Infrared Imaging Radiometer Suite, Um radiômetro de varredura que coleta imagens visíveis e infravermelho da Terra, além de fazer medições radiométricas da atmosfera, criosfera e oceanos. Os dados VIIRS são usados para medir as propriedades das nuvens e aerossóis, a cor do oceano, a temperatura da superfície do mar e da superfície.

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A Missão LISA Pathfinder

LISA é acrônimo de Laser Interferometer Space Antenna. A missão do LISA Pathfinder é testar as tecnologias necessárias para servir de detector de ondas gravitacionais. Ele colocará duas massas de teste em uma queda gravitacional quase perfeita e controlará e medirá seu movimento com precisão sem precedentes.

O LISA Pathfinder está usando a tecnologia mais recente para minimizar as forças extras nas massas de teste e para fazer medições. Os sensores inerciais, o sistema de metrologia a laser, o sistema de controle sem arrasto e um sistema de micro-propulsão ultra-preciso tornam esta missão altamente incomum. É uma missão da Agência Espacial Europeia com participação da NASA.

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O pequeno satélite de longa longevidade

O satélite é pequeno, do tamanho de uma geladeirinha. Projetado para durar só um ano, mas já está há 17 anos em órbita.

O satélite Earth Observing-1 (EO-1) superou as expectativas em seus objetivos de tecnologia de seu tempo. 17 anos é muito tempo, mas ele aguentou firme. Hoje, vários satélites podem se considerar filhos dele, que estará ainda por aqui por bastante tempo.

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Curiosity flagra redemoinhos no solo marciano

A câmera de navegação do Curiosity observou vários turbilhões de areia sendo levantados por causa da convecção do ar, aquecido pelos raios do Sol atingindo o solo marciano.

O vídeo foi acelerado e o contraste foi modificado para fazer as alterações quadro-a-quadro mais fácil de serem vistas.

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CATS de olho em nossa atmosfera

CATS é acrônimo de Cloud-Aerosol Transport System (Sistema de Transporte de Nuvem-Aerossóis). Este sistema foi projetado para detecção e de varredura de luz utilizando um LiDAR. Sua missão é medir a localização, composição e distribuição de poluição, poeira, fumaça, aerossóis e outras partículas na atmosfera. O CATS é usado para estudar os constituintes atmosféricos que impactam o clima global.

Com este dispositivo, NASA procura obter uma melhor compreensão da cobertura de nuvens e aerossóis, facilitando o trabalho de cientistas que procuram criar modelos ada vez melhores dos processos climáticos da Terra.

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Os segredos do Sol examinados por Fermi

O Telescópio Espacial de Raios-Gama Fermi da NASA é um observatório espacial usado para observações na faixa de raios gama na órbita baixa da Terra, estudando fenômenos astrofísicos e cosmológicos como núcleos galácticos ativos, pulsares, outras fontes de energia e matéria escura.

Agora, o Fermi observou luz de alta energia proveniente de erupções solares localizadas no lado mais distante do Sol, o que nos tem dado muitas informações sobre o Sol e a formação do Sistema Solar.

Alguém aí quer vídeo? Toma vídeo!

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