
A criança brinca no quintal enquanto pai trabalha. A mãe na porta sorri e o pai, atarefado, olha pra criança e fala para ela sair dali. Mas era uma criança, o que mal ela poderia fazer? De fato, ela não fez mal nenhum, e continuou a brincar até que resolver saltitar pelas obras do pai, um oleiro. O pai estava fazendo blocos que serviriam de cobertura para uma laje e os deixou para secar para depois serem cozidos. Pulando por entre as peças, a criança erra o salto e pisa inadvertidamente sobre uma delas, e como o barro ainda estava mole, sua marca, sua impressão, ficou no bloco. O pai briga com a criança, a mãe corre e diz para ele se acalmar, pois, era apenas um bloco de barro e ninguém iria perceber, ninguém iria se lembrar.
Mas passados quase 2 mil anos, nós sabemos, nos lembramos. Continuar lendo “A “arte” de uma criança que nos ensina Historia”







O jovem fechou os olhos. Deu seu último suspiro. Seus anos chegam ao fim e aí preparou-se a sua jornada ao outro mundo. Seguindo suas instruções, ele foi bem preparado, bem de acordo com sua classe social, mas com requintes de uma religião que para ele já era antiga.
Você já pensou porque os grandes edifícios romanos têm suportado milênios ainda em pé, enquanto qualquer prédio nosso cai com qualquer coisinha (estou olhando pra você, Palace 2!). Todo mundo se maravilha achando o máximo (não que não seja), uma maravilha (não que não seja) e um exemplo de técnicas e materiais muito superiores aos de hoje.
Apesar das mãos estarem cheias de sangue, os romanos adoravam tomar banho. Não só por causa de questões higiênicas e sim porque os banhos romanos eram como os shopping centers de hoje. Na época, era o point onde o pessoal se encontrava para jogar conversa fora, fofocar a vida dos outros e tramar de que maneira se podia cravar um punhal nas costas do Imperador sem que desse muita bandeira.