Uma das enormes falácias que os seguidores da religião vegan propagam é que a produção de carne ferra com o planeta. Claro, com pesquisas tiradas da cavidade retal. A parte que só a agricultura consome 70% da água potável é descartada. Afinal, essa bosta chamada “realidade” insiste em frustrar os planos de dominação mundial dos fanáticos da religião de Nossa Senhora da Alface, os jihadistas do Brócolis Sagrado.
Só que uma pesquisa realizada aponta que, ao invés do que se papageia, consumir alimentos à base de frutas, legumes, laticínios e frutos do mar é mais prejudicial para o ambiente, pois acarreta em concentrações elevadas de gases de efeito estufa por caloria.

Nós não temos noção do tamanho das coisas. Somos um bando de sem-noção, mesmo. Qualquer coisa que seja muito grande ou muito pequeno foge à nossa capacidade de racionalização, e temos que apelar para o pensamento abstrato, e isso nos leva a cometer erros.
Não é um vídeo falando com detalhes do Método Científico. É apens uma reflexão sobre os mesmos e o quanto são importantes. Nada muito detalhado, mas que eu queria gravar assim mesmo. Chamem de vaiade, se quiserem, pois tudo é vaidade.
Tirando, o nosso ministro de Ciência e Tosqueira, digo, Ciência & Tecnologia (que acha que aquecimento global é o cacete!), toneladas de gelo andam derretendo, principalmente na Groenlândia e Alasca. A água vai passando pro estado líquido, se infiltrando no gelo e indo gloriosamente em direção ao mar, que nem o índio Boi Xavante e sua
As pessoas ainda se apegam a muitos conceitos de antigos gregos. O lado escuro da Lua, por exemplo. Como se a Lua só fosse iluminada apenas de um lado. A verdade é que sua velocidade de rotação é equivalente ao período orbital em relação à Terra. Ela tem os dois lados iluminados, mas nós sempre vemos o outro lado.
Os brilhantes sapatos engraxados pisam com certo cuidado pelo assoalho. Um leve ajeito na gravata, o polegar e o indicador vão aos óculos de aros grossos, como era moda, na época, cabelos engomados e firmes como as camisas bem passadas. Os dois jovens engenheiros foram até a senhora já entrando na meia idade, cabelos bem arrumados e um olhar inquisitivo. Aqueles engenheiros tinham a mais moderna tecnologia, os mais avançados computadores, mas eles confiavam mais naquela senhora.
Hoje é Páscoa, o dia em que o Coelho Mágico deu respawn no Carpinteiro Hiponga. Normalmente, eu não postaria nada. Mas, que Diabo! (pode falar "Diabo" hoje?), não custa nada compartilhar algo legal, enquanto você ouve sua tia Etelvina contar pela milésima vez sobre como era a páscoa quando ela era menina, enquanto você saboreia um horrível chocolate caseiro.
Eu adoro eclipses. São mágicos, incríveis e fantásticos. As Leis de Newton em ação, dando um espetáculo. Para minha infelicidade, nunca vi um eclipse total do Sol. Já vi o da Lua, mas não é a mesma coisa. Mas eu tive quase isso quando era criança. Não ficou tudo escuro, mas vi através de um vidro escurecido com fuligem de uma vela o Sol ser "abocanhado", para depois voltar com toda a sua glória. Eu prefiro pensar que naquele momento eu quis ser cientista, para entender o porque daquilo estar acontecendo. Mas é uma competição desleal se comparar um eclipse com histórias de burros falantes, chuvaradas mágicas e zumbis palestinos. Os eclipses, pelo menos, existem.
Um dos principais motivos de você estar agora aí lendo este artigo, entre muitas coisas, é a magnetosfera. Este grande campo magnético faz com que partículas de alta energia desviem, formando as auroras, que são sinceras. Isso é devido ao imenso núcleo de ferro em convecção no interior da Terra, gerando um poderoso ímã. No manto, há uma bela quantidade de ferro disperso também, mas o problema que se segue é: de onde veio este ferro? De asteroides? Estranho, pois a Lua foi fuzilada por trocentos asteroides, tal qual a Terra, e parece não ter o metal por lá. Como ele se dispersou assim pelo manto? Não deveria ser um pedação apenas?