Pesquisa indica que dieta vegetariana ferra com o planeta. Coma bacon, diz cientista!

Uma das enormes falácias que os seguidores da religião vegan propagam é que a produção de carne ferra com o planeta. Claro, com pesquisas tiradas da cavidade retal. A parte que só a agricultura consome 70% da água potável é descartada. Afinal, essa bosta chamada “realidade” insiste em frustrar os planos de dominação mundial dos fanáticos da religião de Nossa Senhora da Alface, os jihadistas do Brócolis Sagrado.

Só que uma pesquisa realizada aponta que, ao invés do que se papageia, consumir alimentos à base de frutas, legumes, laticínios e frutos do mar é mais prejudicial para o ambiente, pois acarreta em concentrações elevadas de gases de efeito estufa por caloria.

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Passeando de carro pelo Sistema Solar

Nós não temos noção do tamanho das coisas. Somos um bando de sem-noção, mesmo. Qualquer coisa que seja muito grande ou muito pequeno foge à nossa capacidade de racionalização, e temos que apelar para o pensamento abstrato, e isso nos leva a cometer erros.

Quando temos que raciocinar o tamanho do Universo, temos dor de cabeça. Já nos é difícil até entender a distância da Terra à Lua. Como seria as distâncias do Sol até o último dos planetas? Qual é o tamanho do Sistema Solar?

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Sobre a Ciência e seus métodos

Não é um vídeo falando com detalhes do Método Científico. É apens uma reflexão sobre os mesmos e o quanto são importantes. Nada muito detalhado, mas que eu queria gravar assim mesmo. Chamem de vaiade, se quiserem, pois tudo é vaidade.

Isso sem falar que eu queria testar outras formas de fazer video. Tirando o cameraman, até que ficou bem legal. Tá, ok. Não sei se ficou legal, mas parafraseando Tolkien, como autor da obra me dou ao luxo de apresentar do jeito que eu gostar. Espero que vocês tmbém gostem.

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Em busca das águas perdidas nas geleiras

Tirando, o nosso ministro de Ciência e Tosqueira, digo, Ciência & Tecnologia (que acha que aquecimento global é o cacete!), toneladas de gelo andam derretendo, principalmente na Groenlândia e Alasca. A água vai passando pro estado líquido, se infiltrando no gelo e indo gloriosamente em direção ao mar, que nem o índio Boi Xavante e sua Piroga de Cristal. Conforme a água vai se infiltrando, vai derretendo mais gelo, carregando detritos do solo e tudo indo pro oceano.

Pesquisadores, então, acharam algo que parece meio óbio, mas ninguém tinha se tocado ainda, como na maioria das grandes ideias: Que tal usar sensores sísmicos para acompanhar o gelo derretido através da geleira?

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Uma olhadela no traseiro da Lua

As pessoas ainda se apegam a muitos conceitos de antigos gregos. O lado escuro da Lua, por exemplo. Como se a Lua só fosse iluminada apenas de um lado. A verdade é que sua velocidade de rotação é equivalente ao período orbital em relação à Terra. Ela tem os dois lados iluminados, mas nós sempre vemos o outro lado.

Há alguns dias, o NOAA veiculou imagens do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR). De suas imagens resultou numa linda animação, com a Lua passando pelo Planeta Azul.

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Grandes Nomes da Ciência: Katherine Johnson

Os brilhantes sapatos engraxados pisam com certo cuidado pelo assoalho. Um leve ajeito na gravata, o polegar e o indicador vão aos óculos de aros grossos, como era moda, na época, cabelos engomados e firmes como as camisas bem passadas. Os dois jovens engenheiros foram até a senhora já entrando na meia idade, cabelos bem arrumados e um olhar inquisitivo. Aqueles engenheiros tinham a mais moderna tecnologia, os mais avançados computadores, mas eles confiavam mais naquela senhora.

Katherine Johnson foi a mulher por trás de levar e trazer de volta os homens da Apollo 11. Uma das maiores matemáticas que a NASA já teve.

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As belíssimas nuvens noctilucentes

Desde que eu cheguei, eu estava vendo algo para postar. Nenhuma notícia pareceu-me algo legal o bastante para trazer pra vocês. Não que elas não sejam importantes. Mas às vezes a gente quer algo diferente de “Cientistas desvendam quebra-cabeça da esclerose múltipla“. É legal, é inspirador, mas não queria isso hoje. Até mesmo divulgadores de Ciência gostam de algo mais inspirador, ainda que não seja Ciência pura.

Eu vi um vídeo em time lapse. Isso é muito legal, e faz um tempo que eu não posto nenhum vídeo assim. Nele eu vi nuvens noctilucentes, e queria compartilhar com vocês.

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Um eletrizante vulcão mexicano, caramba!

Hoje é Páscoa, o dia em que o Coelho Mágico deu respawn no Carpinteiro Hiponga. Normalmente, eu não postaria nada. Mas, que Diabo! (pode falar "Diabo" hoje?), não custa nada compartilhar algo legal, enquanto você ouve sua tia Etelvina contar pela milésima vez sobre como era a páscoa quando ela era menina, enquanto você saboreia um horrível chocolate caseiro.

Isso que você está vendo na foto não é fotochopp (ok, teve uma certa melhorada, mas os raios realmente estão lá). É o poderoso Popocatépetl mostrando que não está pra brincadeira. Mas tá meio pequeno, né?

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Crianças proibidas de ver o eclipse. Mas religião é coisa boa

Eu adoro eclipses. São mágicos, incríveis e fantásticos. As Leis de Newton em ação, dando um espetáculo. Para minha infelicidade, nunca vi um eclipse total do Sol. Já vi o da Lua, mas não é a mesma coisa. Mas eu tive quase isso quando era criança. Não ficou tudo escuro, mas vi através de um vidro escurecido com fuligem de uma vela o Sol ser "abocanhado", para depois voltar com toda a sua glória. Eu prefiro pensar que naquele momento eu quis ser cientista, para entender o porque daquilo estar acontecendo. Mas é uma competição desleal se comparar um eclipse com histórias de burros falantes, chuvaradas mágicas e zumbis palestinos. Os eclipses, pelo menos, existem.

Infelizmente, algumas crianças inglesas (pois é. Nem o Brasil é tão tosco a este ponto… espero!) não puderam ver o eclipse. Foi decidido que eclipse é feio, ruim, bobo e chato. Mas as desculpas oficias foram outras, inclusive que eclipses vão de encontro a motivos culturais e religiosos.

Me eclipsando de vergonha, esta é a sua SEXTA INSANA!

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De onde vem o ferro do planeta Terra?

Um dos principais motivos de você estar agora aí lendo este artigo, entre muitas coisas, é a magnetosfera. Este grande campo magnético faz com que partículas de alta energia desviem, formando as auroras, que são sinceras. Isso é devido ao imenso núcleo de ferro em convecção no interior da Terra, gerando um poderoso ímã. No manto, há uma bela quantidade de ferro disperso também, mas o problema que se segue é: de onde veio este ferro? De asteroides? Estranho, pois a Lua foi fuzilada por trocentos asteroides, tal qual a Terra, e parece não ter o metal por lá. Como ele se dispersou assim pelo manto? Não deveria ser um pedação apenas?

Afinal, de onde veio este ferro todo? Vontade divina? Jesus quis assim? Vishnu achou que seria uma ideia maneira? Hefestos estava sem ter com que trabalhar?

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