A odiosa cultura do cancelamento assassinando pessoas

 

Existem coisas que as pessoas se negam a reconhecer. Uma delas é que as pessoas não prestam, não valem nada em sua maioria! Outro ponto que ninguém quer assumir como verdade: redes sociais não são sociais. São um nojo. Motivo? Leiam o parágrafo desde o início.

Ficou muito fácil bancar o machão de internet, só que isso tem um preço. Diferente de você sair e chamar o primeiro bombadão de academia de filho da puta, é mais fácil disseminar ódio, pois facilmente sairá ileso. É a cultura do cancelamento, que com a anuência desses malditos jovens, se tornou uma arma de destruição em massa. Uma arma devastadora e destruidora de vidas. Vou citar três exemplos, em que um deles acarretou numa punição.

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Sci-Hub enfrenta os terríveis Ivans das editoras científicas

Eu já tinha escrito dois artigos (links no final) sobre a necessidade de acabar com o paywall das pesquisas científicas. Cobra-se um absurdo para ler um artigo, sendo que nadinha é revertido pro pesquisador. É apenas usura das editoras, e cientistas precisam ter seus trabalhos revisados e ter acesso a trabalhos revisados de outrem. Muitos lutaram contra isso, como Aaron Swartz, que derramou zilhões de artigos científicos para a posteridade, fazendo muitos ficarem MUITO irritados. Sua seguidora, a drª Alexandra Elbakyan, meteu o pé na porta e criou o Sci-Hub, uma espécie de fonte underground de periódicos. Você quer? Basta jogar o link que o Sci-Hub te libera o acesso. Isso deu pega-pra-capar e todo mundo saiu caçando o Sci-Hub, que vive trocando de domínio.

Agora, o Sci-Hub tem outro inimigo: a Rússia.

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O Fim da Privacidade

Todo mundo dá muito valor à privacidade. Talvez até demais. Não queremos ninguém fuçando nas nossas cartas nem nos nossos celulares, odiamos câmeras de vigilância, abominamos o vizinho que dá “bom dia” pra gente. E isso para chegarmos em casa e fazermos compras pela internet, fazer buscas de conteúdo que sua avozinha jamais pode saber, postar besteiras no Facebook, nudes no whatsapp, palavrório racista e e preconceituoso no twitter etc.

Todo mundo sabe quem você é, todos sabem o que você gosta de almoçar, nós sabemos  de todos os seus passos, porque você mesmo diz por onde anda.

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Rio de Janeiro vota lei anti-blasfêmia

Há uma coisa básica a saber sobre o Rio de Janeiro. Rio de Janeiro é a Rússia Brasileira. Ponto. Aqui, a tosqueira não tem limites, mas se piorar um pouquinho vira o Japão. A saber, São Paulo é Mordor, o Amazonas é a Austrália e Curitiba é Detroit do Robocop. Fim do desvio de assunto (por enquanto).

Um deputado estadual entrou com projeto-de-lei propondo punição para qualquer um que faça piadinhas contra a religião. Tipo, aquela de "Jesus e Pedro entram num bar de strip tease (…)" não pode. "Você sabe o que o papagaio falou para Moisés?" também não pode. A pena será uma multa seria de R$ 270 mil para quem ridicularizasse qualquer aspecto religioso. Mas a sensatez venceu… pelo menos, por enquanto.

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Intolerância religiosa leva a apedrejamento

Nada pior que violação dos direitos civis. Quando você vê que as pessoas abusam e estupram o seu direito à crer (ou não crer) em qualquer entidade sobre ou supranatural. Pessoas assim são violentas e farão de tudo para impor sua vontade sobre os demais, impondo à população sua própria opinião e moo de vida, usurpando dos demais.

Um perfeito exemplo disso foi uma seguidora da religião afro-brasileira chamada "Candomblé". Pouco se lixando para o direito das pessoas em ter sua própria religião, uma menina estava vexatoriamente vestida com as roupas de sua religião, ofendendo a todos os que passavam, esfregando na cara de um Estrado laico a sua religião. As pessoas se defenderam deste acicate, apedrejando-a, conforme manda a Doutrina.

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Eu sou uma abominação!

Por anos eu não entendi a minha condição. Eu olhava as pessoas ao meu redor e percebi que era diferente delas. Eu não via o mundo como elas. Elas não aceitavam como eu era. Eu não podia fazer muitas coisas que os outros meninos faziam, dado a um problema que eu tenho, que eu nasci. Descobri logo cedo quem e o que eu era. Isso me deprimia. Eu queria ser igual aos outros, mas não era. Eu queria ser reconhecido como um igual, mas eu não era igual. As outras crianças perceberam e riam de mim. Estava na minha cara, não tinha como negar. Meninos e meninas apontavam para mim e riam "Lá vem ele", gracejavam. Mil e um apelidos me colocaram. Fui agredido verbal e fisicamente. E isso porque eu era diferente.

No colégio, os professores olhavam para mim com expressão de desaprovação. Eu não era perfeitinho como os outros. Era deixado de lado. Como estudei num colégio católico, era visto como uma imperfeição, perante as leis de Deus. Deus, esse cara que sempre fez tudo certinho e perfeito. Deus esse que não cometia erros e se eu era diferente, eu era o errado. Eu era uma abominação.

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Persegue-se quem anda perseguindo a perseguida alheia

Você não será hipócrita de dizer "num sei o que tá acontecendo!". Sabe sim! Vazou-se várias fotos da Jennifer Lawrence em posições… digamos, bem legais, provavelmente destinadas ao namorado, ficante, cacho ou sei lá qual é a gíria de agora. Foi uma correria: todo mundo queria ver os detalhes mais detalhados de Jlaw. O Twitter ficou em polvorosa e o pessoal do Facebook só deve estar sabendo agora, enquanto compartilha vídeo de 2010.

A culpa recaiu nos servidores na "nuvem", que sucumbiram a um DDoS. Uadafâqui iz dát?

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Ovelhinhas do Senhor baixam a porrada em espírita, mas são a religião da paz

E direto do Planeta Bíblia, temos mais um exemplo de como a religião nos faz pessoas de bem… bem filhas da puta; que o diga um dos eternos inimigos dos seguidores do Senhor dos Anéis Bíblico, aquele que criou o mal e espalha as trevas (leia mais em Isaías 45): um espírita. Por algum motivo que ainda não entendi, os seguidores do Jóquei de Jegue amam tanto espíritas como seus irmãos que querem promover um encontro desses com Jesus, o Salvador que não lava as mãos.

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Indonésio está ameaçado de demissão por ter dito que Deus não existe

O bom da Indonésia é… bem, esqueça. Se tiver algo de bom lá é o aeroporto para ralar peito daquela bosta o mais rápido possível. Se bem que eu gosto dos filmes de terror trash de lá (sim, eu gosto e você vê Big Brother. Hunf!) Como nada é ruim o bastante que a religião não faça piorar, tem gente que acredita piamente naquele negócio de amor fraterno e liberdade de pensamento. Algumas insistem que podem escrever suas opiniões num blog (oiê!) sem ter babacas incomodando, enquanto outros soltam um desabafo no Facebook, tendo que ver o lado negro que se esconde nos corações humanos (ou nem tão escondido assim). Foi o que aconteceu com um indonésio que escreveu "Deus não existe" no Facebook e agora corre até risco de ir pra vala.

Esta é a sua SEXTA INSANA!

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Igreja das Filipinas toma na cabeça e manda fiéis para site de travesti

Há uma certa ironia em nossa existência. Se realmente existe um deus, ele adora pregar das suas inclusive com seus seguidores. Aliás, seguidores estes que não seguem exatamente o que o próprio deus que eles veneram manda. Isso acaba em deliciosas vinganças, ainda que não intencionais, e o melhor exemplo disso aconteceu com a Igreja Católica das Filipinas, que mandou um link para que seus fiéis visitassem, sendo uqe o link é do site de um travecão, daqueles magnííííííííficoooooooooos.

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