
Você já parou para pensar naquele momento exato em que decide se aproximar de alguém numa festa? Aquela fração de segundo em que o cérebro aparentemente sopra “vai lá!” e as pernas obedecem? Pois bem: uma nova pesquisa revela que esse momento de decisão é, na prática, uma mentira bem contada. O cérebro não espera sua permissão, ele começa a preparar o terreno vários segundos antes de você sequer ter a impressão de ter pensado em qualquer coisa. O livre-arbítrio social, ao que tudo indica, tem um departamento de planejamento que trabalha nas suas costas. Continuar lendo “Pequenos paulistas mostram os segredos das decisões inconscientes”




Imagine que você tenha uma capacidade X-Men. Qual seria? Bem, eu preferiria disparar feixes de energia, mas há alguns mais modestos que preferem sintetizar a própria birita. Sim, vocês mesmos, seus pudins de cachaça! Bem, vocês não deram sorte com isso, mas alguns peixinhos ganharam um presentinho do processo por seleção natural e conseguem sobreviver durante invernos rigorosos em lagos congelados. Como? Produzindo álcool, ué.
A Natureza é boazinha, diz o pessoal que nunca saiu de casa e acha que os bichos são aquilo que passa nos desenhos da Cartoon Network. Já ouvi dizerem que todos os animais eram vegetarianos, e isso por duas religiões diferentes: criacionistas extremos e vegans. O problema é que Mãe Natureza está pouco se lixando pros dois casos e continua sendo o que é, como um peixe que foi congelado e ficou para a posteridade enquanto estava comendo outro peixe.
Cientistas da Universidade de Hiroshima estão radiantes com o que encontraram. Foi identificada uma nova espécie de parasita que infecta um peixe de água doce invasivo na ilha subtropical de Okinawa, no Japão. Ou seja, o invasor que invade outro invasor tem 100 anos de perdão. Isso é muito legal! Além de me ajudar a fazer trocadilhos impróprios, nos ajuda a entender como parasitas saem parasitando por aí, indo parar em outros lugares que normalmente não deveriam estar lá.
O peixe-espada é, além de um peixe-trocadilho, um belo animal. Só tem um detalhe: ele precisa nadar rápido, o que normalmente é complicado por causa do arrasto causado pela água, por causa da força de atrito. Sendo assim, Jesus, digo, a Seleção Natural selecionou certas vantagens que, bem… são vantajosas, ainda mais quando se é um peixe que nada muito, muito rápido. Assim, o peixão precisa ter o mínimo de arrasto hidrodinâmico, o que, em parte, é conferido pela sua morfologia. em outra por uma lubrificação que recobre seu corpo.