Mundos Oceânicos

A Terra tem 75% de sua superfície coberta por água. Entretanto, não é só aqui que tem oceanos. Em outros lugares do universo e até no nosso Sistema Solar tem oceanos, água líquida, nem que seja subterrânea. Com isso, há muita chance de haver vida lá. Uma possibilidade? Com certeza! Será que tem mesmo? Só a exploração poderá nos dizer.

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Pesquisadores revivem micróbios do tempo dos dinossauros, mas não reviveram, independente do que os jornais disseram

Não, cientistas não reviveram nada, já que o micróbio nem tava morto. E não, não o xinguem de micróbio do caralho. Ele não causa doença. Estava lá de boas no mundinho dele, e nem tem nada a ver com morcegos. Eles são anteriores aos morcegos. O que aconteceu foi que pesquisadores deram uma revirada em solo oceânico, coletaram amostras de argila e estavam lá os microbinhos queridos. Só isso, mas você vai querer saber mais, né? Diz que vai, anda! Preciso ter mais visualização no site.

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Os efeitos do CO2 nas águas do Golfo do México

Um dos grandes problemas da quantidade enorme de dióxido de carbono no ar é que ele vai pros oceanos. A boa notícia é que CO2 é pouco solúvel em água, e o pouco que se dissolve gera um ácido bem fraco. A má notícia é que isso é totalmente irrelevante dada a imensa quantidade de CO2 emitido, o que efetivamente causa acidez nos oceanos. Ok, seria pior se fosse SO3, mas a parte pior é que a poluição atmosférica também conta com óxidos de enxofre e nitrogênio.

Tomando por base o Golfo do México, pesquisadores estudam a taxa de acidificação das águas marinhas, com grandes quantidades de CO2 se dissolvendo cada vez mais no oceano aberto do referido golfo, com taxas semelhantes às medidas no oceano aberto do Atlântico e Pacífico.

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Microplásticos estão se espalhando pelo solo do oceano. E o canudinho do mal não tem nada a ver com isso

Plásticos são uma solução que se tornou um problema. Seus fragmentos, chamados “microplásticos” estão zanzando pelo oceano e, ao que parece, proibir sacolas de supermercado, canudinhos de refrigerante e copos plásticos não fez a menor diferença. Provavelmente, que a fonte de plásticos não é isso, mas todo mundo ficou com consciência tranquila de “fizemalgumacoisa”. Só que a quantidade de plásticos não para de crescer e já está formando um solo oceano por cima do solo oceânico, e isso vai dar muito, mas muito ruim!

Claro, isso também não é novidade, e apesar de se saber que os microplásticos permeiam o fundo do mar, os processos que controlam sua dispersão e concentração lá nas profundezas oceânicos são m mistério total. Sim, isso mesmo. Não se sabe direito o que ou como está acontecendo.

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Pesquisa aponta que corais longe de pessoas são mais felizes

Corais são mais que seres vivos. São um bioma inteiro. Eles apresentam uma imensa biodiversidade, com plantas, animais e micro-organismos de um imenso universo entre espécies vivendo em equilíbrio. Para se ter uma ideia, cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes das águas marinhas dependem dos recifes de corais para sobreviver, já que eles fornecem abrigo e alimento para diferentes seres vivos, além de funcionar como um grande filtro da água do mar. Acompanhar a saúde dos corais é acompanhar a saúde dos oceanos,

Sabendo disso, pesquisadores de diferentes instituições de pesquisa compararam a água do mar de 25 recifes em Cuba e nas Florida Keys, nos EUA, variando em impacto e proteção humanos e descobriram que aqueles com maior diversidade microbiana e menores atividades humanas próximas eram marcadamente mais saudáveis. Não que soe alguma novidade, mas é sempre bom ter certeza.

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FIM DA PRIVACIDADE: Até baleias são espionadas de longe


– Jim…
– Eu sei, Spock, eu sei!

Imaginem que, no atual ritmo, baleias estão caminhando para extinção. Um exemplo seriam as baleias jubarte. Essas gigantes do gênero Megaptera (o mesmo gênero da baleia azul, o maior de todos os seres vivos ainda dando um rolê por aí) são… bem… grandes, né? Além de serem famosas pelo seu canto e sua capacidade de migrar por uma distância de 25 mil quilômetros por ano. A caça comercial de baleias reduziu drasticamente os números de baleias. Os Estados Unidos listaram todas as baleias jubarte como ameaçadas de extinção sob o Ato de Conservação de Espécies Ameaçadas em 1970, e depois sob o Ato de Espécies Ameaçadas em 1973. Atualmente, a população estimada é de cerca de 80.000 espécimes.

Não seria legal poder dar uma olhadinha nelas lá, lá do alto? Tipo, uma nave klingon? Não? Bem, não importa, senhores. Nós temos a tecnologia.

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Oceanos, chuvas e clima do passado, hoje e sempre

Se você estudou num colégio decente, você aprendeu sobre ciclo da água. Se não estudou, provavelmente está perpetuando esta bobagem de “a água está acabando” e fica com receio de dar descarga, achando que cada vez que você puxar a cordinha o mundo estará próximo de virar um deserto. Claro, os sistemas pluviais e correntes oceânicas estão mais interligados do que você pensa, já que as mudanças nas correntes oceânicas no Oceano Atlântico influenciam a precipitação no Hemisfério Ocidental, e esta “ligação” está ativa há milhares de anos.

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Gás carbônico sendo dissolvido nos oceanos cada vez mais

Eu já tinha postado aqui sobre as grandes quantidades de gás carbônico (CO2) sendo dissolvidos nos oceanos acarreta em grandes problemas. Isso porque o equilíbrio se desloca e forma-se ácido carbônico (H2CO3),e causa muitos problemas, como a acidez nos oceanos oferecendo perigo às diatomáceas, talvez causar extinção em massa nos mares e oceanos e até mesmo aumentando o tamanho dos crustáceos, o que não é lá tão bom quanto à primeira vista se faz crer. Corais caribenhos, contudo, ainda estão vivendo bem.

Claro, nada é totalmente ruim ou totalmente bom. Com esse crescimento na absorção de CO2 nos mares e oceanos, são menos toneladas a ir para a atmosfera, que acabariam ampliando ainda mais o efeito estufa e criando o aquecimento global. De qualquer forma, estamos ferrados da mesma forma.

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Expedições da NASA estudam o planeta Terra

NASA não explora só o Espaço. Ela também faz expedições em todos os cantos do planeta. Em 2016, NASA fez inúmeras expedições estudando nosso planeta e suas mudanças.

Projetos como o HyspIRI, coletando dados sobre a saúde dos recifes de corais e as emissões de gases vulcânicos, o PACE, que monitorará a diversidade do fitoplâncton oceânico e seu impacto no ciclo do carbono marinho, e o SnowEx,, voltado para determinar a quantidade de água armazenada nas regiões terrestres cobertas de neve da Terra, visam ter maiores conhecimentos do que acontece nesse nosso querido planetinha azul.
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Vulcão Etna ajuda a vida a dar um jeitinho

O Etna é um vulcão boladão que volta e meia dá uma sacudidela na Itália. Situado na Sicília e é um dos vulcões mais ativos do mundo, além de ser um dos mais altos, com 3322 metros de altura. Você não quer morar perto do Etna; ainda mais que em 2012 aquela bagaça entrou em erupção no dia 18 de março de 2012, liberando uma bela duma coluna de cinzas, que chegou a cerca de 7 mil metros acima do nível do mar. Hefestos não estava de bom humor nesse dia.

Mas nem tudo é cenário de destruição. Natureza está pouco se lixando para você, seu macaco pelado! A vida sempre está em eterna competição, e por increça que parível, as toneladas de cinzas vulcânicas expelidas pelo Etna, somado ao frio extremo do inverno anterior no local, criaram um autêntico paraíso na bacia de Ierapetra, com 4.430 metros de profundidade). O que antes era um dos ambientes marinhos menos produtivos do Mar Mediterrâneo Oriental, mudou radicalmente seu destino.

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