Autismo pode ter um festival de genes. E você achava que não podia ser pior

O autismo é um dos grandes problemas da Medicina. O problema é que ainda não se entendeu direito como aquela porcaria funciona, o que faz o cérebro funcionar de modo errado, da mesma maneira que você segura seu iPhone 4. Você achava que aquilo já era ruim o bastante (apesar de gente idiota fazer Dia do Orgulho Autista, coisa que não entra na minha cabeça), pesquisadores de mais de 50 laboratórios disseram ter identificado mais de 100 genes mutantes em crianças com autismo, e pior! Nenhum deles as fará soltar jatos de energia pelos olhos ou ter fator de cura.

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Como saber em quem confiar. Dica: não leve seu cérebro em consideração

Nós somos animais sociais. Aprendemos, quando nem humanos éramos, a confiar no bando. Nós ajudávamos a proteger o bando, o bando cuidava da gente. Aprendemos a reconhecer rostos, formas e a interagir com eles. Isso é importante na hora de nos protegermos. Mas, como é que o cérebro trabalha com isso hoje? Como sabermos em quem confiar?

É tudo uma questão neurológica, uma característica escondida no órgão com mais gambiarra que a instalação elétrica da sua casa.

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Iniciativa propõe estudar problemas neurológicos de veteranos de guerra

Todo mundo sabe o que o DARPPA é. Longe de ser um repositório de über-nerds que criam coisas fantásticas, são praticamente o Skynet disfarçado que fornecerá cilônios e mandarão a Humanidade pro saco. Sim, estão atrasados.

Agora, uma iniciativa se propõe a avançar na pesquisa de neurociência para ajudar a recuperar a memória de soldados que foram pro front, sem terem visto nada de novo, além de guerra, sangue, explosões e todas aquelas coisas que achamos muito maneiras nos filmes, mas só um débil mental gostaria de passar na vida real.

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Desenvolvimento cognitivo à luz da Teoria das Categorias

Crianças de cinco anos de idade podem raciocinar sobre o mundo ao seu redor, por meio de múltiplas perspectivas, e simultaneamente! Em outras palavras, seria como se as informações fossem processadas ao mesmo tempo, com (quase) todas as infinitas possibilidades.

A nova teoria não poderia ter surgido em outro lugar que não fosse o Japão, se bem que pesquisadores australianos também colaboraram. Eles fizeram uso de um ramo da matemática chamado “Teoria das categorias”, para explicar o porque das habilidades de raciocínio específico das crianças idades, especialmente em cinco anos. Continuar lendo “Desenvolvimento cognitivo à luz da Teoria das Categorias”

Altas taxas de testosterona causam morte de neurônios

Se você é daqueles que passa o dia todo malhando na academia e – como todo bom idiota – acha que a natureza lhe deu menos que você merecia e passou a injetar testosterona para ficar mais “machão”, eu tenho uma notícia desagradável: Você está ficando burro (mais ainda do que já é).

Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Biological Chemistry relata que indivíduos que abusam do uso de esteróides, como o hormônio testosterona, costumam apresentar alterações no comportamento, já que ocorre morte de neurônios, o que poderia provocar agressividade e tendências suicidas. Mas, claro, você nunca ouviu falar que marmanjos bombadinhos são agressivos, e eu quero que os alunos das academias de Jiu-Jitso te cubram de porrada se eu estiver mentindo. Continuar lendo “Altas taxas de testosterona causam morte de neurônios”

Pesquisadores estudam como fazer robôs com cérebros quase humanos

Os fãs de Ficção Científica sempre sonharam com robôs com processos cognitivos semelhantes aos humanos, como é o caso do Comandante Data, mas fica difícil de saber se estes robôs sonhariam com ovelhas eletrônicas. O complicado disso é entender o máximo possível como se processam as informações no cérebro, bem como a complexidade de processos químicos e físicos, oriundos de bilhões de anos de evolução biológica, sob os cruéis efeitos da Seleção Natural.

Ao que parece, as pesquisas estão promissoras e parecem estar chegando lá. Não sei se chegaremos ao um “cérebro positrônico”, mas com certeza já temos as chamadas redes neurais artificiais. O futuro já chegou faz tempo, pessoal. Que o diga dois cientistas que estão conseguindo bons resultados nesse campo. Continuar lendo “Pesquisadores estudam como fazer robôs com cérebros quase humanos”

Algumas síndromes crônicas curiosas

Diversas fontes.

A mulher que atinge 200 orgasmos por dia

O barulho de um trem, o secador de cabelo, uma máquina fotocopiadora – tudo isso é motivo para Sara Karmen, uma britânica de 24 anos, sentir um orgasmo. Somente durante os 40 minutos de uma entrevista ao jornal News of The World, ela teve 5 orgasmos.

A moça sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que faz com que ela fique excitada por grandes períodos de tempo, mesmo sem ter um estímulo sexual.

‘As vezes tenho muitas relações sexuais, na tentativa de acalmar-me, mas o meu namorado se chateia, porque atinjo o orgasmo com facilidade’ – conta Sara.

Ela explica que a síndrome aumentou depois que ela completou 19 anos, logo após começar a tomar antidepressivos. ‘Depois de algumas semanas, passei a sentir cada vez mais excitação. Tudo começou na cama, e o meu namorado estranhou a quantidade de orgasmos que eu atingia durante o ato sexual.’

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