
Eu paro para refletir de vez em quando sobre a psique humana. Eu acho fora de série o que nos faz ser o que somos, em toda nossa peculiaridade. Isso fica evidente em certas histórias que nos são contadas e daí vemos como são estranhas as pessoas grandes. Para isso, tomemos um exemplo simples, mas interessante: o monte de pessoas que leram um livro, comentaram esse livro, fizeram resenha, críticos aclamaram, jornais elencaram-no como um best-seller e um “must read”. Um verdadeiro fenômeno editorial, com várias pessoas discutindo a trama, os personagens, o desenrolar da história.
Só tem um pequeno detalhe: este livro não existia. Continuar lendo “O caso do inexistente escritor que humilhou vários jornais por causa de um livro que não existia”






Sim, Jesus morreu, mesmo. Essa parte é verdade e ele não volta, lamento. Quem morreu há pouco tempo foi o “falso Jesus”, que para ser honesto nunca se apresentou assim. Michael Job era um pregador e ator americano que se apresentava nos cultos vestido de Jesus lá pela África. Ele até fazia um certo sucesso. Era tipo o Inri Cristo, mas sem ser tão insano, nem jogar sinuca ou andar cercado de beatinhas sexies.
A mente humana é misteriosa, idiossincrática, confusa e totalmente gambiarrenta, sendo a coisa mais louca que se tem notícia. Ainda assim, é melhor ter ou se vira nuteleiro. Há um sem-número de condições e/ou síndromes psicológicas de toda espécie. Algumas bem mais esquisitas que outras, como alguém que acha que o pênis está diminuindo (redução genital) ou acha que todos são cópias ou robôs e vivem em um mundo de conspirações.
O sistema de cotas (quaisquer uma delas, seja pra ingresso no Ensino Superior, seja pra concurso público) é algo que políticos adoram, ainda mais porque isso os ajuda a serem eleitos. Já começa pela formação do Congresso, que tentam obrigar que tenha um contingente maior de mulheres, mesmo levando em conta que a maioria dos eleitores são do sexo feminino, e se elas não querem votar nelas mesmas, obrigar por força de lei que tenha um candidato que de outra maneira não seria eleito não é ir contra a vontade da população? Já a cota para negros e pardos para ingresso no Ensino Superior é para "corrigir" uma dívida histórica.. Em 10 anos aplicando o critério de cotas teve tempo suficiente para garantir ensino de qualidade desde a Educação Básica, mas assim como a CPMF, as cotas viraram muleta, em que ninguém se sentiu na necessidade de mudar algo. Veio a
Apelo à autoridade ou, no bom latim, Argumentum ad Verecundiam (Quid latine dictum sit, altum sonatur) é algo perigoso, mesmo de sábios para sábios. Diferente quando eu quero pegar alguma informação sobre Astrofísica e consultar o Neil deGrasse Tyson, que é um especialista no ramo, devemos ter cuidado com certas proposições (por exemplo, de acordo com o Neil Tyson, Newton era uma flor de pessoa, mas sabemos não ser o caso).