Pepinos no Espaço nos ajudam a entender plantas

Japoneses são muito estranhos, mas é inegável a competência deles em tampar buraco e consertar estradas. Brasileiro, em contrapartida, só é mestre em levar o país pro buraco. De qualquer forma, nossos amiguinhos nipônicos estão bem de olhos abertos para a questão do meio ambiente. Para tanto, eles querem entender mais sobre plantas. Por isso eles estão cultivando pepinos… no espaço.

Só falta o filme Gojira x Cucumber in Space!

Continuar lendo “Pepinos no Espaço nos ajudam a entender plantas” →

O ping-pong no mundo da microgravidade

Você é leitor contumaz do Ceticismo.net, então, já sabe que essa bobagem de “gravidade zero” não existe. Qualquer corpo com massa diferente de zero exerce força gravitacional, e se não a sentimos, é porque ela é muito, muito fraca. Nós nascemos num mundo com aceleração de gravidade em torno de 9,8 m/s2, com muito pouca variação entre o nível do mar e nossos apartamentos. O Espaço é algo alienígena ao nosso conhecimento, principalmente ao fato de naves e a própria estação espacial internacional estarem sob ação de microgravidade, por estarem sempre caindo, caindo, caindo… Fazer diversos experimentos é necessário e, claro, são divertidos.

O astronauta Scott Kelly completou 300 dias no espaço em 21 de janeiro de 2016. O que seria mais legal para mostrar os efeitos da microgravidade que jogar pingo-pong? Ok, várias coisas, mas este ping-pong é diferente. Ele será jogado com… água!

Continuar lendo “O ping-pong no mundo da microgravidade” →

Meu mundo visto de dentro de uma bolha

A GoPro é a câmera preferida do pessoal que faz filmagem de esportes radicais. Pendura-se no peito, no capacete, na lateral de um carro e é só partir pra filmagem. Lindo, mas que tal explorarmos nossos sentidos, ver o mundo de outra maneira, que nossos olhos não possam ver? Que tal o mundo visto de dentro de uma bolha de água?

Como tem coisas que só astronautas, missões espaciais e microgravidade podem fazer por você, bem, é isso o que você pode ter!

Continuar lendo “Meu mundo visto de dentro de uma bolha” →

Como melhorar as caminhadas espaciais?

Uma das maiores conquistas da humanidade foi, sem dúvida, a nossa chegada em outro mundo. Quando saímos de nossa querida Mãe-Terra e chegamos na Prima-Lua, nós ultrapassamos todas as fronteiras e inauguramos novas, e uma delas é a que nos separar do restante do Universo, mediante nossa ridícula existência em termos de morfologia e fisiologia. Não podemos viver no espaço sem ajuda. Fim.

Quando chegamos lá, vimos o quanto somos desajeitados em um ambiente diferente do nosso. Nossas limitações já não eram muito limitadas e com os trajes espaciais limitaram-nos mais ainda, ampliando as limitações que acabaram se mostrando ilimitadas. Agora, a NASA estuda como é o movimento dos astronautas na Lua e, claro, como melhorar isso.

Continuar lendo “Como melhorar as caminhadas espaciais?” →

Como voar sem gravidade (ou quase nada de gravidade)

Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da Kate Upton em microgravidade. Aliás, não foi só eu. Muita gente adorou o artigo, ao ponto até de "se inspirar" nele. O voo parabólico é uma das coisas mais maneiras que existem e não é coisa recente. Ele sempre foi usado para o treinamento de astronautas, mesmo quando ainda não havia efetivamente astronautas, mas sem ele não haveriam astronautas.

Imaginem o seguinte: se hoje o treinamento para um astronauta é rígido, como seria o treinamento para o início dos anos 1960, quando Kennedy lançou a corrida espacial (que, DE FATO, os EUA chegaram atrasados em tudo, e só foram primeiro à Lua, porque a URSS nunca teve intenção de mandar ninguém pra lá). Entre testes de paraquedas, quedas e ações centrífugas, como seria o comportamento de seres vivos em ambientes com microgravidade (NÃO É GRAVIDADE ZERO!!!!!)?

Só o LIVRO DOS PORQUÊS para nos explicar.

Continuar lendo “Como voar sem gravidade (ou quase nada de gravidade)” →

Professores + Bolinhas + Microgravidade = DIVERSÃO!

Eu perguntei uma vez o que era melhor que ser professor. Me disseram que seria esmagar os inimigos, vê-los fugindo diante de você e ouvir o lamento de suas mulheres (depois disso, parei de fazer perguntas a marombados). Melhor que ser professor é se divertir ensinando de maneira divertida. Vocês sabem, aquilo que NUNCA ACONTECE nos colégios. Na verdade, não nos divertimos, não ensinamos realmente e nem fazemos nada divertido, pois Pai Paulo Freire de Oxum não gosta.

Nós perdemos isso. Não nos divertimos, porque não ensinamos. E não ensinamos porque temos que seguir programas chatos, desinteressantes e totalmente avessos a qualquer coisa que indique que aprender tenha que ser divertido. Mas nem todo mundo pensa assim, principalmente quando se enche um 727 com professores e bolas de ping-pong.

Continuar lendo “Professores + Bolinhas + Microgravidade = DIVERSÃO!” →