O que nos separa das outras espécies é que nós aprendemos a cozinhar direito, e fazemos disso uma diversão, só perdendo pro deleite de saborear a iguaria. Acertar o ponto certo das deliciosas carnes é uma arte, saber como garantir maciez e suculência é algo para iniciados, mas ainda que eu ande pelas trevas do churrasco, não temerei mal algum, pois a Ciência estará comigo.
Pelo menos, é assim que pensam cientistas que usaram todos os seus conhecimentos para determinar algo de suma importância: como garantir que nosso bife de cada diz esteja sempre macio e delicioso?
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Você é leitor contumaz do Ceticismo.net, então, já sabe que essa bobagem de “gravidade zero” não existe. Qualquer corpo com massa diferente de zero exerce força gravitacional, e se não a sentimos, é porque ela é muito, muito fraca. Nós nascemos num mundo com aceleração de gravidade em torno de 9,8 m/s2, com muito pouca variação entre o nível do mar e nossos apartamentos. O Espaço é algo alienígena ao nosso conhecimento, principalmente ao fato de naves e a própria estação espacial internacional estarem sob ação de microgravidade, por estarem sempre caindo, caindo, caindo… Fazer diversos experimentos é necessário e, claro, são divertidos.
Eu acho muito interessante ver aparelhos médicos e científicos que nossos avós usavam. Muito fascinante. Me chama muito a atenção a plague mask, junto com um traje característico, como observado aqui ao lado, usado por “médicos” que perambulavam verificando as pessoas que estavam doentes, que podiam estar doentes, que não estavam doentes e poderiam desenvolver a doença. Eles usavam essa imensa máscara com uma espécie de bico curvo e lentes de vidro nos olhos. O bico curvo era enchido com especiarias, menta, canfora, uma esponja embebida em vinagre, pétalas de rosa ou uma mistura disso tudo, para protegê-los dos humores malignos exalados pela doença. A figura tinha profundo impacto psicológico, pois já anunciava a quem visse que havia alguém bem doente ali e era para manter distância.
Existem muitas definições que explicam a diferença entre Ciência e Engenharia. Uma delas é que Ciência se baseia em “Por quê?”, enquanto Engenharia se baseia em “Por que não?”. O meio termo disso é a curiosidade de saber se as coisas são possíveis, para depois observarmos o que acontece daí por diante. isso vai desde colocar um graveto naquele troço laranja quente que apareceu com a queda de um raio numa árvore até atirar nêutrons num núcleo atômico.
Imagine o potencial dos seres vivos (estou falando de tecido vivo mesmo, não aquelas criaturas que infectam portais de notícia). Desde muito tempo pesquisadores da área de computação têm pensado o que fazer de legal com aquilo. Bem, o pessoal da Universidade de Columbia parece que descobriu algo a fazer com esta bagaça de seres vivos e eu já pedi ao Nosso Senhor Skynet para prestar maior atenção, já que eles aproveitaram a máquina molecular para alimentar um circuito integrado, mas não porque o circuito devorou um humano (eles têm gosto ruim).
Então, é Natal… mesmo fora do Rio rande do Norte. O que você fez? Eu fiz muitas coisas ao longo do ano. Disseram até que eu fiz vídeos, se é que aquelas tranqueiras são chamados de “vídeos”. Bem, os xingamentos mudaram. Não só os religiosos normais e os religiosos vegans. Fui atacado até pelos religiosos da fosfoetanolamina e do Sebastião Salgado.
3 Bilhões de anos de Evolução Biológica nos fez o que somos hoje. Ok, não é lá grane coisa, mas pense que estamos melhores que as esponjas. Elas evoluíram até comentaristas de portal, o que significa que evolução pode significar piora. A verdade é que nós evoluímos para encaixarmos nosso lego biológico para fazer outros iguais a nós (ok, não é uma vantagem, mas a Natureza não prima muito pela qualidade, só pela produção. Mais ou menos como salgado de lanchonete). Se uma mulher está de costas, damos aquela sacada nas partes hipodérmicas salientes da cintura pra baixo. Se está de frente, prestamos muita atenção naquelas joias grandes, redondas: os olhos.
Em julho desse ano, o destino estava de mau-humor e resolveu soltar sua frustração por não ter ganho presente de dia dos namorados numa família. Por causa de um acidente de carro, o menino Mateus Ramos Monteiro, de apenas 6 anos, encontrou com a dor profunda de perder o braço direito. Em algum vídeo babaca do YouTube, ele aprenderia uma lição de vida e humildade, uma lição que ele divulgaria a todas as pessoas ao longo de toda sua existência em que as pessoas deveriam se conformar com o que lhes aparecessem no decorrer da vida, aceitando o destino como ele é.
Existe um mundo que as pessoas vivem mas não se dão conta. Um mundo envolto de maravilhas, um mundo fantástico, onde as coisas nunca ficam paradas, mas estão em eterna mudança. Um mundo mágico, verdadeiramente incrível. Esse mundo que as pessoas dizem odiar, mas tão importante, é a base de tudo o que conhecemos, de tudo o que fazemos, de tudo oque criamos.