O "bom", "justo" e "misericordioso" deus Javé, o glorioso Senhor dos Anéis Bíblico, jamais poderia ter confiabilidade científica. Podem alegar o que quiserem, podem ranger os dentes, estrebucharem e reclamar o quanto quiserem. Por mais que os defensores do Design Intelijumento (aquele que foi engenhosamente planejado para nos dar uma postura ereta e de presente ganharmos dores nas costas, partos dolorosos e incapazes de muita velocidade) queiram defender a tese de um ser poderoso e enormemente inteligente para conduzir nossos caminhos, a verdade é que o bom deus G-Ová jamais passará pelo crivo do método científico.
Sim, isso mesmo. A Academia não pode aceitar o bom Elohim porque seria tido como farsante e os motivos eu mostro a seguir:
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UFA! Desde agosto não temos um Voz dos Alienados. Eu até estava pensando se ia terminar o ano sem o melhor exemplo da estupidez humana, mas eles nunca nos decepcionam… pelo menos, não nesse sentido. De qualquer forma, ia ficando triste e desolado. Poxa, Papai Noel, nem um retardadinho para eu ficar tripudiando neste final de ano? Pô, cora, dá uma força, vai!
Agora o mundo foi dominado pelos coxinhas politicamente corretos. Um pessoal que acha que devemos proteger nossas criancinhas de tudo. Temos que colocá-las numa redoma de vidro, com litros e mais litros de merthiolate que não arde em estoque. E isso não é de agora. O Roberto Jefferson, quando era advogado-de-porta-de-cadeia e dava consulta no programa "O Povo na TV" (um precursor do Programa do Ratinho), fazia campanha contra o Pica-Pau, pois era um desenho violentíssimo.
Sejamos honestos: a Bíblia é uma obra monumental. Eu não preciso levar tudo aquilo ao pé da letra para reconhecer o impacto em termos de criação cultural humana. Assim como os grandes livros como os Upanishads, Bagavad-Gita, o Gilgamesh etc, a Bíblia… na verdade, os livros que a compõem, formam um registro do pensamento do Homem do Oriente Médio no século 6 AEC até o século 1 EC. Mas há um certo detalhe que poucos viram. O Velho Testamento é muito mais imperioso, colossal, fantástico, incrível, estupendo e magnífico. O Novo Testamento? Nah. Nada lá nessas coisas.
Tem coisas que me incomodam. Uma delas é a atual mania de ficarem mendigando atenção. Aliás, em qualquer caso isso é irritante, mas pior ainda é quando vemos o conhecimento científico implorando para ser aceito. Cientistas produzem conhecimento diariamente, produzem novas técnicas, novos materiais, novas tecnologias etc. Ainda assim, é ridículo como é necessário ficar com um pires na mão, olhos caídos, biquinho e dizendo "Por favor, acredite em nós!"
Existem ideias não muito legais, ideias tolas, ideias totalmente imbecis, ideias estupidamente retardadas e a ideia dos comedores de queijo de "marcar" seus moradores de rua com triângulos amarelos. Afinal, obviamente, faz muito sentido cadastrar e marcar moradores de rua de uma forma que possam ser reconhecidos de longe, e os bons franceses possam elegantemente sair pela tangente.
Eu adoro o History Channel… pelos motivos errados. Quando eles viraram uma Superinteressante televisiva, meu interesse por ele caiu bruscamente. Hoje são raros os programas deles que prestam, viram apenas mais um "comedy channel" sem graça. Aí, quando o site deles pega notícia do Daily Fail, piorou a bagaça toda.
Religiões, de uma maneira geral, odeiam a Ciência. A Ciência, com o simples ato de questionar, joga por terra todo o princípio da religião, que é a fé cega. Mas a fé cega tem limites e a ânsia de fazer com que todos acreditem em algo tem que passar por algum crivo de sustentabilidade. Assim, quando religiões tentam usar a Ciência ao seu proveito, precisam fazer malabarismos, ou ficará o provado a farsa que são. Por isso os Criacionismo tirou a carta do DI< fingindo que aquela bosta é científica, quando não passa de um truque barato, e se formos examinar as estrelas do Design Inteligente, como Eberlin ou o Enézio, veremos que suas produções científicas sobre Criacionismo é zero, mas usam seus títulos para justificar suas insanidades.
Ainda ontem eu noticiei o caso do
Um estudante universitário profundamente cristão em Oklahoma, EUA, teve um surto. Nada demais como sempre. Ele só decapitou o amigo dele (imagino se fosse inimigo). Mas, claro, ele não é cristão nem escocês de verdade. A alegação é do moleque que perdeu a cabeça metaforicamente e fez o outro perder a cabeça literalmente é que o outro praticava bruxaria (e provavelmente pesava mais que um pato).