Eu sou um monstro, um sádico imundo e sem ética, pois adoro não posso ver pedaços de vaquinhas que vou logo nas carnes. Coimo todo ser humano normal, digo, onívoro, eu adoro uma maminha, uma chuleta e um filé mignon, coisa que os pobres coitados dos vegans, dados os seus bolsos vazios, não podem usufruir, pois a grana fica apertada já que eles não ingeriram vitaminas e aminoácidos necessários para o desenvolvimento cerebral, o que os deixou incapazes de arrumar empregos decentes. Bom, sempre há o caso de irem na churrascada do vizinho, onde comerão escondido, enquanto tentam te convencer a fazer rituais báquicos com cenouras, pepinos e outros vegetais de duplo sentido.
Como todo religioso fundamentalista, os "éticos" vegans não desdenham de lhe mostrar como facínora vagabundo que você é. Vegans pensam melhor, trepam melhor e fazem merda melhor (sim, já vi vegan dizer que o cocozinho deles é mais cheiroso). Um casal vegan mostrou o quanto são sérios e responsáveis ao terem deixado sua filha de 11 meses morrer de inanição, pois só queriam alimentá-la com aquelas besteiras ridículas em prol dos pandinhas.
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Todo dia. Todo maldito dia eu recebo uma profusão de besteiras por e-mail. Não só nos meus e-mails particulares, como no e-mail profissional também, onde eu sempre sou lindamente amoroso com as acéfalas que mandam o monte de tosqueiras para mim. Não me compreendam mal, não sou misógino, mas fatalmente, a larguíssima maioria de pessoas que me mandam spam, corrente ou os "URGEEEEEEEEENNNNNTEEEEEEEEEEEE" e "Vai que é verdade??!!???" são do sexo feminino. Normalmente eu respondo, mostrando que a mensagem está errada e mostro POR QUE está errado e não passa de boato. Invariavelmente, a resposta é sempre a mesma: me xingam, dizem que eu preciso acreditar nas coisas ou alguma besteira neste sentido. Agradecimento? Nah, isso é para pessoas com cérebro, mas pessoas com cérebro não repassam qualquer merda por e-mail.
Se já não bastava sermos induzidos a ficar no meio do escuro (pronto, serei processado por racismo), durante a
O mundo é repleto das mais variadas categorias religiosas. Junto com as religiões confessionais e não-confessionais, o mundo pós-moderno nos trouxe outras pragas: o Politicamente Correto, o Veganismo e a onda Eco-Chata. Juntos, eles estão destruindo o mundo (ironia, não?) e nos levarão para o Inferno, onde apenas beberemos águas mágicas, nos vestiremos de branco e economizaremos luz, além de nos matar de trabalhar em prol do próximo, não teremos nada em troca e sem ganhar um centavo por isso. Resumindo, nós iremos morar em Nosso Lar.
Sim, faz muito tempo que não posto nada na sua coluna favorita. Mas isso não significa que os retardados imbeciloides estavam quietos. Ah, não senhor! O pessoalzinho não se furta a escrever bobagens, eu que estava meio que com preguiça. Mas, não se preocupem. VdA volta para seu entretenimento e o desprazer de ter a certeza de como existe gente burra, tosca, idiota e completamentE ignorante. Sendo assim, esta é a sua, só sua, sempre sua… VOZ DOS ALIENADOS!
Lords Sith estão sendo chamados à prontidão. O Arquiteto saiu pra tirar umas férias e as coisas estão degringolando. Deu falha na Matrix e um grupo de dissidentes católicos formaram o grupo chamado Opus Angelorum, ou “Obra dos Anjos”, na gloriosa Flor do Lácio. Segundo o grupo, legiões de anjos e demônios lutam entre si pelo controle do mundo dos homens. Os Uruk-Hai decidiram que as forças malignas do Leste estão cada vez mais esquisitas e ralaram peito. Os piratas de Dun-Bar estão com seus navios ancorados e os trolls da montanha ainda me enviam e-mails, enchendo o meu saco.
Eu ainda não consigo entender a necessidade de encontrar milagres. Deve ser porque não acontece nenhum como os relatados na Bíblia. Algo como multiplicar os pães, andar pela água ou descer um Boeing no meio de um campo de baseball, são e salvo. Acho que a frustração de algumas pessoas as fazem se agarrar a qualquer besteira, nem que seja preciso inventar uma, como é o caso de um quadro numa província francesa, nos arredores de Paris. Este quadro não só não é daqueles comuns, que apenas “choram” seu aguaceiro. Este quadro chora óleo. Só não sei se aproveitaram para fritar umas batatas santas.