Eu sempre tenho que ouvir a mesma ladainha. Principalmente a Típica Justificativa Religiosa 71 (Por que os ateus pensam tanto em Deus) e a TJR 25 (Por que Cristo/Deus te incomoda?). Não, religiosos não possuem massa encefálica suficiente para discernir que não é Deus, ou Jesus ou a Jumenta de Balaão que nos incomoda. Não é a religiosidade, o sentimento e devoção ao divino, que irrita a nós, céticos (não necessariamente ateus). É a religião e seus efeitos que incomodam. A ignorância que vem e molda a mente das pessoas. Não apenas o cristianismo, mas qualquer atitude fanática que leva as pessoas a cometerem atos tresloucados, insanos, loucos e, por fim, assassinos.
Francisco Lotero, de 56 anos, e Miriam Coletti, de 23 anos eram argentinos. Moravam na cidade de Goya, sendo Lotero oriundo da cidade de Esquina (este é o nome mesmo da cidade). Por pura loucura fanática, o casal temia os efeitos do aquecimento global. Assim, eles mataram a tiros o filho de dois anos, balearam a filha de sete meses e se suicidaram no último sábado, dia 27/02.
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Atenção senhoras e senhores sérios, mas que andam pulando a cerca por aí. Se forem passar uns dias na Malásia, melhor acabar com este hábito, pois lá o bicho pega. Literalmente. Um casal foi condenado pela Justiça de lá a pagar 4 búfalos e um porco (!) por terem partido pro rala e rola. Se a moda pega aqui, no Brasil, teremos um grande mercado importador de búfalos e porcos (se bem que em um certo chiqueiro de Brasília está cheio de porcos a dar e vender). Nada como começar a semana com notícias importantes e que mudarão totalmente a sua vida.
O site britânico de genealogia
Essa doeu em mim, apesar de não ter motivos para preocupação (mas vai saber mais pro futuro, com meus 80 anos?). Um estudo realizado em Israel e apresentado em um congresso de medicina sexual em Lyon, na França, indica que a impotência pode ser tratada com… choques elétricos no pênis.
Estamos chegando ao final; só não sei se é do ano ou do poço. É o que vier primeiro.
O anúncio do governo norte-americano de reprimir as pesquisas consideradas “irrelevantes” deixou preocupado aq nós, entusiastas das maiores pérolas científicas premiadas pelo IgNobel – uma sátira do prêmio Nobel que é dada para as descobertas científicas mais estranhas e bizarras do ano -, oferecido pela revista
A nova onda é a famigerada gripe suína, onde o malfadado H1N1 trará morte e destruição, fazendo-nos cair na barbárie, matando-nos mutuamente, deflagrando guerras e propiciando miséria e fome. Infelizmente, a humanidade já tava assim antes e o vírus deve ter pensando “Holy crap! Cheguei tarde!”. Não obstante, o comportamento das pessoas mudou com isso, e há uma onda de higienização, que tende mais para palhaçada, já que o ser humano tem um gene especializado em burrice, expressado quando qualquer evento fora do comum acontece, ainda mais quando tais pessoas possuem grau de inteligência equivalente ao de uma ameba retardada (cerca de 90% da população).
Continuando a semana das insanidades, eu fico cá pensando se as pessoas têm razão quando dizem que orações espantam os males e, acima de tudo, devemos agradecer a Deus pelas graças alcançadas. Não sou um cara ruim, sempre dou um voto de confiança no que falam pra mim, mas depois que eu leio o caso do austríaco azarado, eu reafirmo em dizer que orações ajudam muito, menos quando se precisa delas.
Atenção, senhoras e senhores passageiros do Ceticismo.net, aqui quem fala é um dos comandantes e tenho informações preciosas para lhes dar. Apertem os cintos e não fumem, pois agora entraremos em zona de turbulência com mais uma loucura propagada por um daqueles maníacos religiosos, com a tola idéia que o Apocalipse se aproxima. O nome do idiota é José Marc Flores Pereira, de 44 anos, natural da Bolívia. Qual foi a estúpida idéia dele? Levando em conta que hoje é 9 de setembro de 2009 (ou 09/09/09), o retardado achou que recebeu um “aviso divino” e teve o “brilhante” plano de sequestrar um avião no México.
O Brasil tem um problema sério com seu jornalismo. Eles deveriam ser um veículo de informação, mas agem no sentido inverso. Quando o