Karl Marx dizia que a religião é o ópio do povo. Muitas das vezes, pessoal acha fraco demais, então, partem pra outras coisas. Pelo menos foi isso que aconteceu com uma dona de casa cristã que fuma (ou fumava) cigarrinho do Capeta (o ser humano e suas contradições…).
A dona andava meio desconfiava do marido e como ele venerava outros deuses que não o poderoso, ciumento e birrento Senhor dos Anéis Bíblico, o todo-poderoso G-Ová, ela passou o cerol na metade da laranja, cravando uma faca em seu coração.
Mas a religião ensina Ética às pessoas.
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No estranho Brasil, localizado no Planeta Bizarro, o absurdo é algo corriqueiro e a tosqueira é ordem do dia. Quando vemos todas as maluquices que eu já postei aqui que acontece em termos de Educação Brasileira (que já juraram para mim estar melhorando, apesar dos "magníficos" índices educacionais), mas o descaso é tanto que o pessoal resolveu chutar logo o pau da barraca, onde nem mesmo os uniformes escapam do analfabetismo galopante.
Que a Educação Brasileira já foi pro Inferno, disso não temos a menor dúvida. Subornaram Hades, Nosso Senhor, e este catou os piores seres do submundo para infernizar a vida dos professores. Das górgonas, ele contratou pedagogas e, para piorar, Ele resolveu temperar a salada com um bando de criaturas acéfalas chamadas "pais fanáticos". Por que eu digo isso? Porque em Taubaté, terra do escritor malandrinho com uma sobrancelha só, pais andam bolados por causa dos livros didáticos. Qual o problema deles? ELES FAZEM APOLOGIA A SATAAAAAAAAAAAAN MUAHAHAHAHAHAHA!
Eu juro que tentei resistir a não fazer piadinha desde o título, mas não teve jeito. Quando a imbecilidade humana chega a níveis estratosféricos. Quando você pensa que o retardo mental, a insânia e a burrice já não podem mais avançar, vem um pastor evangélico e prova que estamos errados, como foi o caso de um pastor de Reality Show (mas hein?) que morreu mordido por uma cobra.
Não, isso não tem nada a ver com regiões retrofuriculares. Tem a ver com a síndrome de perseguição que chatólicos têm, depois de um histórico de séculos perseguindo os outros. Como humor aqui no Brasil tende a ser visto com paus e pedras, e um pessoal pronto para pedir a cabeça de todo mundo. É o caso de uma associação de desocupados que têm na mira o pessoal do grupo Porta dos Fundos, só porque eles sacanearam Jesus, o deus mais vagabundo que existe, que entrou na porrada e foi pendurado no varal para secar.
Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).
Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.
Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?
Não, não sou zumbi cracudo, nem acertaram a minha cabeça com uma marreta. Eu não estou inventando. Em Jundiaí, o prefeitosco sancionou uma lei que proíbe experimentos com animais vivos. A sugestão? Usar bonecos!
Ontem foi Dia da Consciência Negra. Um dia para lembrarmos de lutar contra o preconceito. Mas há outros grupos, minorias, também sensíveis à ação preconceituosa da discriminação social. São pessoas que a Natureza moldou de uma forma, não foi opção ou vontade deles. Um grupo rechaçado, eu diria "odiado", até; em que já na Antiguidade eles eram mal vistos, apesar de serem tolerados em alguns lugares, em outros foram perseguidos, mortos, queimados vivos nas fogueiras da Inquisição.