Vocês sabem, eu adoro ciência. Ela é incrível, elucidativa e… divertida. Sim, eu me divirto aprendendo coisas novas. A questão é que eu TAMBÉM me divirto com certas pesquisas, mas por outros motivos. Aqueles motivos que também divertem outras pessoas a ponto de terem criado um prêmio para isso: o IgNobel, e uma pesquisa da qual fiquei sabendo deve alçar um certo pesquisador ao estrelato. De um jeito ou de outro.
Burros não gostam do clima britânico, detestam a chuva e o vento das terras da Rainha Elizabeth e ralam peito assim que as nuvens se adensam e as temperaturas caem.
Continuar lendo “Jumentos não são burros de ficar no frio inglês trabalhando feito cavalos”


Tanzânia é um lugar para lá de esquisito. Lá parece o mundo de Qward, do Universo de antimatéria.já começa que naquele recanto esquisito,
Vamos começar com algumas verdades. Primeiro de tudo: ninguém gosta de estar doente. Ninguém sequer quer ter um resfriado, quanto mais uma doença mais séria. Em segundo lugar: ninguém gosta de ver um ente querido doente. Não é facilmente aceitável, não é nada fácil ter que aceitar que um filho seu tenha uma doença incurável. A Medicina nos deu a cura de muitas coisas, mas não pra tudo. Ela tem limitações, e daí chega uns desclassificados dizendo que tem a cura para aquilo que a ciência não tem cura. As pessoas, no desespero, aceitam, tentam de tudo. Pacientes e familiares acabam caindo na mão de desclassificados, como um vagabundo que alegou que pode curar autismo com… mijo.
Há muita coisa errada no Mundo de Hades. Uma delas é jornaleirismo. Eu sou do tempo que o jornalista ia atrás de uma notícia, investigava, denunciava, expunha e colocava às claras todas as podridões escondidas. Agora, e fácil: você fala de astrologia. Não importa o que. Tudo que tem astrologia parece interessar e é divulgada. Mesmo porque, imbecis fazendo este tipo de matéria conseguem o tão amado clique e custam bem pouco.
Todo mundo tem uma receitinha mágica medicinal ou mesmo um diagnóstico já pronto, mesmo que (e principalmente) não faça a menor ideia do que está passando o que está sentindo o ou mesmo falando. Aquelas receitinhas de vó da sua avó ainda perduram até hoje, com diagnósticos mais do que malucos e recomendações que não fazem o menor sentido, mas insistem que é isso e que médico não sabe de nada.
Religiosos são estranhos. Eles vibram, torcem, fazem e tudo para que um evento catastrófico destrua o mundo. Podem reparar, eles chegam a ficar com os olhinhos brilhando ao dizerem que o mundo vai acabar e todas as pessoas irão sofrer e morrer e acabar no inferno da maneira mais horrorosa possível.
Chamamos de Falácia da Poça D’água a tentativa imbecil de achar que tudo o que tem no universo foi feito para nós, já que parece que tudo está de acordo com as nossas necessidades, pois somos incríveis e especiais.