Eu fico tranquilo com o Rio de Janeiro. Não é só aqui que tem políticos imbecis e uma população retardada que elege estes políticos imbecis. Já não bastando quem são os candidatos a governador para o próximo pleito (tanto no Rio quanto São Paulo), temos aquelas tosqueiras que são responsáveis pelas leis estaduais. Não é preciso ser nenhum gênio para conseguir se eleger deputado federal, quanto mais deputado estadual. Um exemplo de tosqueira é o deputado Feliciano Filho, do PSC. Veganzinho do coração e defensor dos animais (mas que eu aposto que tem inseticida em casa), ele idealizou um projeto-de-lei que visa não ter carne às segundas-feira em colégios estaduais e restaurantes que alimentam funcionalismo público. Motivo? Nos conscientizarmos nos animais fofinhos (como os que morrem barbaramente durante as colheitas).
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Leis são importantes. São elas que impedem que a gente se
Nada como o mundo mágico pedagoguiano, em que tudo é lindo e resolvido com umas aulinhas de capoeira, artes manuais ou alguma bobagem que acha que fará crianças convivendo com violência diária e muitas vezes sendo seduzidos por ela. Mas não, o problema da segurança e a boa formação moral já está sendo resolvido agora. As escolas municipais de São Paulo agora terão aula de Criatividade e Empatia no currículo.
Depois de duas décadas on-line, estou perplexo. Não é que eu não tive um bom tempo na internet. Conheci grandes pessoas e até peguei um hacker ou dois. Mas hoje, estou desconfortável com essa comunidade mais moderna e supervalorizada. Os visionários veem um futuro de trabalhadores fazendo home office, bibliotecas interativas e salas de aula multimídia. Eles falam de reuniões eletrônicas de cidades e comunidades virtuais. Comércio e negócios mudarão de escritórios e shoppings para redes e modems. E a liberdade das redes digitais tornará o governo mais democrático. 
Atualmente, o pessoal que adora/precisa ficar na mídia 24/7 tem sérios problemas, dada o enxame de assuntos que pipocam nos portais de notícia, que são ávidos por notícias fresquinhas, mesmo quando não é notícia nenhuma. A mente de Dory dos leitores esquece rápido, e se desinteressam logo, portanto, é preciso arrumar mais polêmicas, mesmo quando não há polêmica nenhuma. Cientes disso, artistas de uma maneira geral precisam inventar alguma maluquice, seja a Bela Gil e sua vida sexual quanto o pessoal lacrador, na caça de machistas e que se especializaram em fanfics cada vez mais loucas.
No artigo que eu falei sobre como o Google age fazendo do YouTube uma terrinha em que ele dita as regras, faz você concordar, muda quando você não sabe, muda de novo e todas as desventuras que isso causa. Mencionei meio de passagem como as pessoas começaram a ver o YouTube de uma forma um tanto anárquica e, hoje, transformaram o YT num canal de TV a mais, mas não me aprofundei nisso.