Todo mundo sabe que o YouTube é uma plataforma cuzona. Ainda mais eu que o diga, pelo tanto que já tomei na cabeça por causa desses cornos, a ponto de não me preocupar mais em colocar conteúdo, pois não faz diferença. Eles cuidam de tudo o que você posta, mas os pr0n que te lá (e tem muito, basta saber procurar) estão de boas. Violação de direitos autorais também; e agora o YouTube resolveu banir vídeos contendo violência, principalmente violência com animais. Por causa disso, YouTube baniu horríveis vídeos contendo…
Guerra de robôs!
Exrterminando as maluquices diárias, esta é a sua SEXTA INSANA! Come to me if your sanity wants to live!

Pessoal tá caindo de pau porque a coordenadora da nova secretaria que cuida de alfabetização do MEC,
Todos os seres vivos são iguais? Um dos meus questionamentos aos vegans (que quando confrontados com isso me xingam ao invés de responder) é por que defendem tanto animaizinhos bonitinhos, mas nos feios pode passar o certo. Alegam, entre xingamentos, que insetão feio causa doença, mas qualquer animal pode causar. Se bem que teve gente louca defendendo mosquitos causadores da dengue. Esses são mais honestos com suas posições, mas não deixam de ser imbecis.
Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.
A rigor, Nada. Mas pessoal ainda acredita na bondade do YouTube. Sim, eles realmente estão removendo as monetizações (e não propaganda) de vídeos que promovem conteúdo anti-vacinação, citando a proibição de material “perigoso e prejudicial”. O Tubo foi lá nas empresas que anunciam em canais de anti-vaxxers para dar aquele toquezinho camarada. Obviamente, você é burro e comprou esta ideia, né? Se comprou, não se preocupe, você não foi o único.
Eu já aprendi muito de muito, e todo dia aprendo mais ainda. Gosto de ler, ouvir rádio (é um podcast que funciona offline. Pergunte ao seu avô) e assisto TV quando tem algo que preste (faz uns mais 80 anos que não vejo nada, mas beleza). Com o advento da Internet, aprendi muito mais! Uma dessas coisas fantásticas e saber como no século XIII já haviam brasileiros espalhados pelo mundo a fora, espalhando cultura e desenvolvimento, tendo um deles inventado a Matemática.
Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.
Eu sinceramente acho que uma das piores imagens que o Cristianismo resolveu usar como seu símbolo é o da cruz. Tecnicamente, é quando o deus deles se ferrou, entrou na porrada e foi parar no pau-de-arara. Sei lá, usem a imagem dele pregando o Sermão da Montanha. Mas não. Na psique cristã, eles se sentem regozijados com o deus dele todo fodido. Algo como PT achando que o Lula é um pobre coitadinho. É aquele lance de mártir, como Pedro Américo pintando Tiradentes de vasta cabeleira, com uma túnica branca como se ele fosse o próprio Jesus. Teve um final tão ruim, mas pelo menos não é divulgado o sujeito pendurado numa corda.
Diz o ditado que os otimistas veem o copo pela metade e dizem que está meio cheio. Já os pessimistas dizendo que está meio vazio. Químicos vão pegar uma proveta para medir com maior precisão, filósofos ficam questionando as vicissitudes do copo d’água e os lacradores dirão que com tanta criancinha sedenta, fica-se discutindo um copo. Mas tem mais um grupo: os retardados luditas que pegam o pior dos pensamentos, pois eles precisam patologicamente se sobressair. É o caso de um retardado que problematizou pesquisas fazendo cegos enxergarem.