É, pois é. Não deu para fazer este Voz dos Alienados em vídeo. Isso não implica, claro, em baixar a qualidade das postagens ou que nunca mais teremos vídeos, mas nunca foi a intenção de só fazer vídeos sobre isso. Seria cansativo e não angariaria nada. De qualquer forma, deixarei com vocês mais uma edição maravilhosa do retardo mental desses imbecis que confundem área de comentários com privadas.
Divirtam-se nesta sexta, pois vem aí Voz dos Alienados.

Eu amo meus pais. Eles me ensinaram muitas coisas. Segundo minha mãe, existe uma classe distintas de mulheres, que ela chamava de "mulher viada", ou seja, aquelas mulheres que têm mania de querem ser mais mulheres e/ou mães que as demais. Isso mostra muito bem uma realidade: mulheres são hipercompetitivas, ainda mais em tempos de internet.
No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.
Isso mesmo, o Texas, cuja diferença pro Rio de Janeiro é que lá tem menos armas disponíveis. Naquele simpático lugar de cowboys e da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em que eu penso terminar minha carreira ensinando Evolução nos colégios de lá, houve um concurso de caricaturas de Maomé. Afinal, convenhamos, o que pode ser mais ridículo do que um cara barbado tirando onda que é profeta e ouviu uma ordem diretamente de Deus? Cartas para a redação.
Eu vivo dizendo que o mundo está chato. As pessoas querem tudo pra ontem. Crianças que têm tudo a hora e a tempo não se contentam com o que recebem, sempre querendo mais, reclamando muito, desdenhando etc. Nunca estão satisfeitas. Nada está bom o suficiente. Me lembro da experiência que era ir no cinema e, durante os traillers, sabermos que ia ter um filme do Stallone ou qualquer outro ator que admirávamos. Não precisávamos saber sobre o que seria o filme. Aguardávamos ansiosos. Se perdíamos, ficávamos aguardando pacientemente uns 3 anos até sair pela primeira vez na TV.
A saber, não foi o Cristo Redentor, aquela estátua sem graça depois que você conheceu
Eu nunca entendi a tara por "trotes" em Universidades. Tipo, sei lá, quando eu ingressei em uma (e isso faz muito tempo), não tinha essas babaquices, e mesmo assim eu fui lá pra estudar, não para fazer trote, fazer amiguinhos, encher os cornos de cerveja, drogas etc. Deve ser por isso que eu sempre passava com as melhores notas, enquanto os descoladões se ferravam e pediam ajuda aos nerds como eu. Obviamente, eu deixava eles se ferrarem.