
Você deve ter aprendido no colégio que a Queda de Constantinopla se deu em 29 de maio de 1453, marcando o fim da Idade Média e início da Idade Moderna. Obviamente, isso é muito mais complicado do que a princípio parece, mas deixe-me voltar um pouquinho mais no tempo. Quando vários sujeitos fanáticos por esporte, verdadeiros hooligans, salvaram Constantinopla e o próprio Império Bizantino.
Vamos nos situar primeiro. Continuar lendo “Quando uma disputa entre torcidas fanáticas salvou um império”








Eu gosto muito dos livrões medievais, principalmente os que vem com iluminuras. As cores eram fantásticas e a técnica complexa.Se fazer um pergaminho já era muito trabalhoso, que dirá preparar e aplicar os pigmentos daquelas artes, e quanto mais artísticos e colorido,maior era o valor do livro (que era mais uma decoração do que efetivamente para leitura).
Quando pensamos em obras medievais, a primeira coisa que nos vêm à cabeça são os pergaminhos. Uma técnica que apresenta melhor qualidade que o papiro e se mantém com qualidade depois de séculos. Claro, tudo depende de como ele foi costurado e feito em livros, com capas grossas e bem armazenado. Parte das técnicas se perderam, mas ainda é fascinante como o homem medieval produzia trabalhos de altíssima qualidade, seja pelo conteúdo cultural desses livros, como do ponto e vista artístico, com aquelas capaz lindas e fabulosas iluminuras.