
O cientista sobe as escadas. Pé ante pé. Ele não era bem para estar ali, mas ele precisa estar ali. O experimento precisa ser feito. A face resoluta olha para cima. Pé ante pé. Degrau por degrau. Andar por andar. Ao chegar no seu destino, o cientista cofia a barba, ajeita-se empertigado. Olha para baixo e vê todas as pessoas reunidas. O homem ergue ostentosamente as duas esferas, cada uma com uma massa, e as deixa cair e o que se viu maravilhou a todos ali: elas caíram ao mesmo tempo!
Do alto da Torre de Pisa, Galileu entra para a história, de braços abertos, e pose de triunfo sob aplausos de todos ali.







Eu gosto muito dos livrões medievais, principalmente os que vem com iluminuras. As cores eram fantásticas e a técnica complexa.Se fazer um pergaminho já era muito trabalhoso, que dirá preparar e aplicar os pigmentos daquelas artes, e quanto mais artísticos e colorido,maior era o valor do livro (que era mais uma decoração do que efetivamente para leitura).
Quando pensamos em obras medievais, a primeira coisa que nos vêm à cabeça são os pergaminhos. Uma técnica que apresenta melhor qualidade que o papiro e se mantém com qualidade depois de séculos. Claro, tudo depende de como ele foi costurado e feito em livros, com capas grossas e bem armazenado. Parte das técnicas se perderam, mas ainda é fascinante como o homem medieval produzia trabalhos de altíssima qualidade, seja pelo conteúdo cultural desses livros, como do ponto e vista artístico, com aquelas capaz lindas e fabulosas iluminuras.