O problema de ler certas notícias é o sorrisinho cínico que acaba se desenhando na gente. Se prostituição é a mais antiga das profissões, vendedor de armas é a segunda mais velha (a terceira é corretor de imóveis. Perguntem aos hebreus). Mas parece que o pessoal dos direitos humanos acham que esse negócio de usar máquinas autônomas prontas para mandar todos os "alemão"1 não é algo, digamos, muito legal. Mandar um mariner armado até os dentes não entrou na discussão.
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Eu não gosto muito de fanáticos, seja de que espécie for. Mas, no entanto, contudo, todavia, entretanto, eu seria injusto se dissesse que eles nunca fizeram nada que preste. Bem, alguns fazem, nem que seja limpar o planeta eliminando a si próprios, como foi o caso de Dominique Venner, um ensaísta de extrema-direita que participou do OAS, o que nada tem a ver com empreiteiras.
Eu consigo entender a maluquice crental de invadir qualquer artigo para dizer que o Big Bang jamais poderia ter ocorrido e que Evolução é mito. Mas budista ser neo-nazista é um pouco demais para a minha cabeça, mas naqueles cafundós do Judas da Birmânia (também chamada de Myammar, mas não faz muita diferença) é sempre quinta-feira, e quinta-feira é dia em que tudo pode acontecer.
Com essa, sir Nigel Irvine ajeitaria o óculos e murmuraria "deveras fascinante". Os agentes do Serviço Secreto de Informações – muitas vezes chamado erroneamente de MI-6 – estão debruçados sobre uma mensagem secreta. Bem, coleta e análise de informações é algo corriqueiro numa agência de serviço secreto, ainda mais quando é uma mensagem codificada. O diferencial é que esta mensagem é velha, bem velha. Ela é da 2ª Guerra Mundial e ainda estava presa ao seu transportador: um pombo-correio.
O homem que trabalhou para os nazistas tem seu tempo praticamente esgotado. Ele está sendo caçado e é uma questão de horas que o peguem. O homem responsável por milhares de mortes está com o seu tempo de vida contado em minutos, a menos que ele consiga seguir com o plano. O homem dali teria uma vida diferente e seria referenciado nos livros de História, não como o infame Adolf Eichmann, mas como o principal responsável pela conquista do Espaço; lançando o mundo numa nova era.
O mundo parece ter ficado um pouco melhor. Nada de muita agitação ou conflito. Nada de gente se exterminando em níveis que chegam à boçalidade. O mundo está tranquilíssimo perto do que ele era. Ao menos, é isso que o psicólogo (sim, eu sei) Steven Pinker acha. Para ele, faz uns 500 anos que o mundo está se tornando um lugar cada vez mais seguro para se viver, e a raça humana nunca foi tão pouco violenta. Ele defende isto com números que mostram como as guerras e mortes estão diminuindo em todo mundo. É realmente isso que acontece?
Qual a diferença entre um herói, um vilão e uma pessoa comum? A dicotomia “bom/mau” serve para todos os casos, para alguns casos ou nenhum caso? É fácil rotularmos uma coisa, pessoa ou evento. Mas Hitler não deixa de ter erguido uma Alemanha pós-primeira guerra nem ter executado um efetivo sistema de soerguimento econômico/social, além de uma política antitabagista eficaz só porque ele tinha um certo probleminha com a estrela de Davi.
As pessoas continuam se relacionando bem nas outras partes do mundo. Principalmente na Cisjordância, onde judeus e palestinos convivem harmoniosamente. Pelo menos, é assim que a Cellcom, a maior empresa israelense de telefonia celular, vê a situação. Ou pelo menos, seus marketeiros, o tipo de raça que pode ser muito perigosa.
Segundo o pesquisador Simon James, cerca de 20 soldados romanos, encontrados em um sítio na antiga cidade de Dura-Europos, localizada no atual território da Síria, foram mortos não devido a ferimentos de espada ou lança, mas sim por asfixia.