A treta da vez é com relação a um dentista que resolveu bancar o malvadão e pagou uma graninha para ir à África fazer o que o pessoal já faz lá de graça: matar bichos. De acordo com informações, o dentista Walter James Palmer morador da cidadezinha de Eden Prairie, com uma população menor que a favela da Rocinha e que fica no estado norte-americano de Minnesota ralou peito pro Zimbábue.
INTERLÚDIO: Vai, quero ver você encontrar o Zimbábue num mapa mudo! Não, você não sabe encontrar o Zimbábue, então, não fique de frescura lamentando pelos pobres africanos.
Walter contratou dois guias de safári (já que ninguém é maluco de enfrentar a savana africana sozinho) e foi dar uns tecos por aí. Acontece que ele matou um leão já meio velho e premiado e pessoal chilicou geral. Agora, os aproveitadores de sempre estão… bem, estão se aproveitando da situação. Tem até uma tosca que psicografou uma mensagem do 4.π.r3.3-1.
Psicografando mensagens da maluquice alheia, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Estou em plena satisfação de curtir as minhas férias de meio do ano. Danem-se vocês, plebeus. Sou professor e tenho excelente boa vida. Ganho bem pra cacete, tenho duas férias e não faço nada. Só chego lá na frente e dou aula. SOU RYCOOOOO!!!
Jim Carey já teve seus momentos de fazer as pessoas rirem. Normalmente em seus filmes. Pena que Hollywood esqueceu dele, dando chance a outros atores sem graça, de preferência que não copiem Jerry Lewis. Só que Jim quer contar suas insânias para fazer as pessoas rirem de novo. Pelo menos, é assim que eu interpreto, pois ele não pode ser tão estúpido em voltar com aquele lenga-lenga que vacinas têm mercúrio.
Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.
Eu amo meus pais. Eles me ensinaram muitas coisas. Segundo minha mãe, existe uma classe distintas de mulheres, que ela chamava de "mulher viada", ou seja, aquelas mulheres que têm mania de querem ser mais mulheres e/ou mães que as demais. Isso mostra muito bem uma realidade: mulheres são hipercompetitivas, ainda mais em tempos de internet.
No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.
O problema dos biólogos com o Criacionismo é ele ser defendido por não-biólogos, por algum motivo que ninguém entendeu o motivo. Como já me disseram: "não é porque são leigos no assunto que não opinarão". Nesse momento, você liga o motor do helicóptero e sai fora.