
O Brasil bem que poderia desistir e virar uma grande colônia agrícola, mas nem isso pode fazer porque não é capaz de plantar, pois isso dependeria, no mínimo, de saber contar as sementes. Também teremos problemas com fertilizantes, engenharia genética para melhores e mais resistentes safras… enfim, no máximo estamos reduzidos ao seu João, pedreiro bom e trabalhador, que para fazer um muro de 1,5 x 2 metros pede um milheiro de tijolos.
Saiu mais um resultado do PISA, a avaliação internacional que é usada para medir a ignorância brasileira, sempre tirando os “melhores” lugares possíveis. E no ensino de Ciências, claro, não poderia ser diferente no país que a odeia: tiramos último lugar.

To Kill a Mockingbird (no Brasil, O Sol É Para Todos) é uma obra-prima de Harper Lee, lançado em 1960 e ganhador do prêmio Pulitzer. O livro gira e torno de temas complexos como racismo, estupro e preconceito. Tom Robinson, um homem negro, é acusado de estuprar uma jovem mulher branca. A ele cabe o advogado Atticus, um homem branco. O negócio não prestou, sendo Atticus e sua família acusados de serem “amantes de negros” (nigger-lovers). É um livro emblemático, apesar de ter poucos ensaios e teses literárias sobre ele.
Diz um antigo, e estúpido, adágio que se você não serviu para nada, acabará sendo professor. Não é que não esteja errado, está, a não ser que você coloque pedagogos (desculpem a má palavra) na relação de professores. Os filhotes de Paulo Freire, com seus construtivismos e sócio-interanaputaquepariuismos acham que são mais professores do que os outros, sendo que foram péssimos alunos já no Ensino Médio.
ENEM 2016. Fora o show de horrores que foi a galerinha atrasada, o que mais reclamaram é que, como sempre, as provas estavam difíceis; dentre elas, a prova de Química, que mencionou um texto de Platão sobre os estados físicos da água.
Palestrante tem aos montes por aí. Normalmente, não fazem a menor ideia do que estão falando, ou para o segmento que estão se dirigindo. A única coisa que sabem é por que estão ali: Passar a perna no pessoal, fingindo ser o que não são, e cobrando bem caro por isso.
Meu nome é Barry Allen e sou o homem mais rápido do mundo! Um acidente me tornou o impossível. Para todo o mundo, sou um cientista forense, mas secretamente uso a minha velocidade para combater o crime e achar outros como eu, e um dia, encontrarei quem matou minha mãe e terei justiça para o meu pai. Eu sou…
Por mais que avança o nosso conhecimento, ainda ficamos presos a ideias tortas sobre pesquisa científica, Algumas acabam criando proposições totalmente infundadas, e alguns mitos, seja lá de onde vieram, acabam se perpetuando, por mais que informemos que aquilo não existe. Ideias como só usamos 10% do cérebro, a regra dos 5 segundos, lemingues se suicidam, vacinas causam autismo e que a água muda de estrutura mediante o estado emocional de quem estiver por perto ainda são contados e replicados, mesmo quando falamos que não há nenhum embasamento.
Eu não sei o que há no mundo. Era para os pais defenderem e protegerem a sua prole, como é visto em todos os animais. O instinto de paternidade e maternidade foi o que nos garantiu sobreviver nos primeiros anos de nossas vidas. Muitas espécies nascem com alguma defesa, mas no geral são vítimas fáceis. Seres humanos, pior ainda. Nossa infância é muito longa em comparação aos outros animais, mesmo primatas.
O pessoal pensa que eu sou uma pessoa ruim, covarde e que não gosta de ouvir opiniões contrárias. Já provei várias vezes que não é verdade. Só não deixo meu site virar uma zona. Alguns comentários são tão despropositados que eu deleto direto, mas isso é minoria. O creme de la creme eu deixo bem guardadinho no meu coração de pedra. Só assim teremos algo como este aqui, mais uma edição do seu VOZ DOS ALIENADOS!