Começou o carnaval, e existem dois tipos de pessoas: os infelizes, toscos, fracassados, antissociais e misantropos e aqueles que não estão lendo este artigo e muito menos escrevendo artigos para blogs. Em tempos politicamente insanos, não se pode mais sair pro carnaval antes de saber as regras. O problema que brasileiro não lê nem manual de instruções da TV, quanto mais manuais de conduta.
Em Belo Horizonte, o Conselho Municipal de Igualdade Racial, um órgão ligado à Prefeitura, divulgou uma cartilhinha com recomendações aos foliões. Uma delas é que se vestir de índio é feio, magoa e deixa o Papa Capim triste. Vocês já podem imaginar o que aconteceu.
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Eu não nutro nenhum amor pela religião enquanto manipuladora de pessoas e políticas. Não tenho nenhum problema com a religiosidade das pessoas. Também sei em que mundo vivemos. quando um bando de imbecis joga esses conceitos pela janela só pra fazer mimimi e se acharem relevantes, sai coisa como a ATEA. A ATEA é a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, tendo sido fundada por Daniel Sottomaior (já andamos discutindo no passado. Ele não gostou de ter sido chamado de “fanático religioso do ateísmo”. Bem, quem se importa?). Este grupo diz que prega pela laicidade do Estado, o que eu concordo, mas não concordo com o modo retardado que estes idiotas fazem para “defender” o que seguem.
Eu sempre achei que vegans eram hipócritas. Todos eles dizem defender animais, mas sempre têm uma latinha de Baygon em casa. Alguns falam que “ain, mas aí é pruque musquito traz duenssa, né?”. Isso é uma saída tosca. Se é pra ser vegan, tem que ser como o Aymeric Caron, um ativista que defende que mosquito também é gente (ou algo assim), e que deveríamos, não só evitar de mata-los, como dar um pouquinho de nosso sangue para a pobres mamães mosquitas, como uma forma de doação de sangue para a vida.
Eu sei que vocês gostam da série Mitos. Mostram o quanto achamos que sabemos, e muito disso está errado. Ideias e “informações” que passam de pai pra filho, pra neto, bisneto etc.Ler no escuro faz mal? Mulheres engravidam no período menstrual? Pelos ficam mais grossos se os raspamos? E quer dizer do alto índice de suicídios em épocas festivas? Tudo isso é verdade? É mito? Historinha pra boi dormir?
Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.
Tá todo mundo tendo ataque porque a guria que foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do MEC é formada em Direito, com um TCC tosco sobre homeschooling, e é exatamente sobre ser defensora de dar aula para as crianças em casa que ela ganhou este cargo. Eu sinceramente não vi nenhum problema quanto a isso, quando até agora colocavam pedagogas, que entendem tanto de Educação quanto astrólogo entende de nebulosas espirais.
Todo mundo está comemorando
Você conhece esse tipo de pessoa. Aquelas pessoas que possuem um extremo sucesso, todos as adoram, verdadeiros ícones, embora sejam verdadeiras toupeiras. Pessoas sem nenhum motivo galgaram a escada do sucesso com seus master, minors e minions. Pessoas que apenas estão lá dando zilhões de palestras falando um monte de bobagens, mas parecem ser Moisés trazendo as tábuas da Lei.