Menage a trois espacial pego em vídeo

Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.

Em fins de novembro, teve lugar nos céus amigos uma conjunção entre a Lua, Júpiter e Vênus. Os três, alinhadinhos, ficaram ali por alguns dias, e embora j´-a tenham se despedido, muitas pessoas registraram o fenômeno.

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Um mosaico das marcas de uma enluarada senhora

Uma pessoa traz em si as marcas de sua vida, de sua história. Algumas ficam bem visíveis, no rosto crestado de rugas; em outras, as marcas são internas, e bem mais profundas.As marcas de vida de uma senhora podem estar visíveis, mas ela ainda guarda elegância, charme e altivez.Suas marcas estão lá, mas se estradas têm histórias, algumas marcas são uma vida inteira, como é o caso da Lua e suas crateras.

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Como eram feitos os daguerreótipos

Você curte a sua máquina fotográfica atual ou usa o celular para registrar fotos. Hoje é na base do clica e tá pronto, mas antes era muito mais trabalhoso. O processo de daguerreotipia era trabalhoso e pros padrões atuais o resultado era péssimo, mas era o que se tinha na época e virou uma febre.

Daguerreótipos foram a forma que nossos tatatataravós encontraram para registrar a si mesmos e seus entes queridos, e só o esforço e trabalheira para preparar eram pensados para registrar momentos muito especiais.

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A água sobre o vulcão que causa espetáculo

O Etna, longe de vender móveis caros (com qualidade que nem sempre acompanha o preço) é um vulcão malvadão, tipo daqueles que deveríamos jogar todos os funcionários dos Correios. Este caldeirão do capeta está situado na parte oriental da Sicília, sendo um dos vulcões mais altos do mundo. Sim, esse aí de cima. Não, isso aí não são aliens do Independence Day, nem os Senhores Supremos, de O Fim da Infância (de cuja cena o ID4 kibou). São nuvens, apenas nuvens.

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As fotos antes de serem fotos que estavam perdidas, agora recuperadas

De um modo geral, há uma concepção que apenas registros históricos de grandes personalidades devem ser conservados. Alguns acham que a verdadeira história é escrita por anônimos. Sendo assim, o máximo de informação e registros de todo mundo, seja um grande político ou imperador ou mesmo um zé ruela que se mantenha é não deixar que nossa memória se apague. Conservar estas informações, entretanto, é um problema. Hoje conseguimos por meio de fotos digitais (e nem isso é garantia), mas e quando do início da fotografia se tinha apenas daguerreótipos?

Muitos daguerreótipos hoje estão totalmente escuros, por causa do passar do tempo (já que eles têm mais e 100 anos). Agora, químicos conseguiram reverter este processo.

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A imensa Lua que repousa sobre nós

A Lua vem nascendo e se pondo desde que depois do porradão que Theia deu na Terra e os detritos se arranjaram formando nosso satélite natural. Tem sido um dos passatempos humanos desde que os humanos passaram a se dar conta da maravilha deste espetáculo. Hoje, mesmo com nossa vida agitada, sempre nos maravilhamos com este tipo de cena; mas nunca de uma forma como Daniel López captou nas Ilhas Canárias.

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Câmera registra erupção vulcânica bem de pertinho até demais

Vulcões são uma grande válvula de pressão da Natureza. E quando aquela bagaça entra em erupção, não convém que você fique no caminho. Também não é legal você deixar suas coisas no caminho da erupção, mas não serei eu a criticá-lo se largar tudo e sair correndo com os braços pra cima que nem em desenho animado da Hanna Barbera. Às vezes, muito raramente, resulta em algo interessante, como o cara que deixou uma GoPro pra lá enquanto fugia de uma erupção. O mais interessante é que a câmera foi capaz de gravar a lava que a atingiu.

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O fenômeno da Superlua explicado pela óptica

O fenômeno da Superlua ocorre quando o nosso satélite se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra no percurso da sua órbita (o perigeu). Isso faz com que ela tenha um tamanho aparente no céu entre 10-14% do que costuma aparentar. Algumas pessoas tentam ver diferença, mas quando levamos em conta as dimensões aparentes, é querer muito ver algo imenso.

Mas como as fotos mostram a Lua tão imensa? Como eu vejo a Lua no horizonte parecer maior do que quando a olho no céu?

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Um álbum de família do Sol

Enquanto você se preocupa com as fanfics que rolaram nas eleições, besteiras vindas pelo WhatsApp, maluquices em geral, resultado de jogo de futebol entre outras coisas, deixe-me compartilhar algo que eu acho legal. O Sol. Sim, o Sol, nosso amigo Sol, que está lá, que é longe daqui. Entre várias “fotos” que foram tiradas no alvorecer da fotografia, quando ainda se chamava daguerrótipos, o Sol estava lá, lindo e imponente.

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Uma beleza infinita elevada ao quadrado

Fotografar à noite é legal, mas é uma droga. Sim, eu já tentei. Fica lindo com aqueles zilhões de granulações aparecendo, mesmo com flash (óbvio que não era flash profissional). Fotografar céu noturno? Piorou! Não só fotografar na cidade é perda de tempo, por causa da poluição luminosa, como sempre é melhor usar máquinas mais… caprichadinhas.

Uma dessas gracinhas é a ME20F-SH da Canon. Uma camerazinha safada de apenas 2,2 megapixels. Uma merreca. Pouca coisa. Ela só está custando quase umas 20 mil doletas. Deve ser por causa do seu absurdo ISO 4 milhões (sim, QUATRO MILHÕES!!). Esta bagaça capta a luz de qualquer coisa, e é por isso que Bem Cannales a usou para o seu time lapse. Um absurdo de bonito!

Não vou nem falar muito. Olhem que lindeza!

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