Não, isso não tem nada a ver com regiões retrofuriculares. Tem a ver com a síndrome de perseguição que chatólicos têm, depois de um histórico de séculos perseguindo os outros. Como humor aqui no Brasil tende a ser visto com paus e pedras, e um pessoal pronto para pedir a cabeça de todo mundo. É o caso de uma associação de desocupados que têm na mira o pessoal do grupo Porta dos Fundos, só porque eles sacanearam Jesus, o deus mais vagabundo que existe, que entrou na porrada e foi pendurado no varal para secar.
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Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
Que o Brasil é um país de apedeutas, iletrados, bárbaros (no mau sentido) e repleto de idiotas, estamos cansados de saber, ainda mais quando essa massa ignara está nos altos escalões do governo. Nesse momento, algum tosquinho acha que eu falo isso para, sei lá, atrair a atenção. Não que eu preste atenção a alguma viúva de Stalin, exemplos não faltam quando vemos quererem banir livros do
Cuidado com o SOPA, que o SOPA te pega. Cuidado com o SOPA que ele vem já. Te pega daqui te pega de lá. Cuidado com o SOPA que ele vem já.
Infância é uma época difícil. Tudo assusta, tudo me dá medo e qualquer coisinha traz um problema generalizado no controle intestinal. Depois, vem a adolescência, onde tudo é revolta, tudo é motivo para ficar sapateando, achando que o mundo está se importando com suas imundas existências. Então, chega a idade adulta e você percebe que o mundo é uma merda mesmo e pára de se importar com coisas ridículas (e até mesmo com acordos ortográficos).
Taí uma coisa que volta e meia me vem à mente, principalmente quando meu telefone ou conexão com Internet dá pau e eu preciso de ajuda que só pode ser obtida por meios mágicos e completamente incognoscíveis para meros seres humanos. Assim, apelamos para ajuda divina dos suportes e estes parecem que tiveram aula com o Mestre dos Magos, dada a quantidade de mensagens herméticas que nos dão. Enfim, se as religiões fossem como essas companhias, o diálogo seria mais ou menos assim: