Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.
Foi lançado um joguinho para celular kibando o Pokemon Go. Nessa versão Jesumon Go (o nome certo é “Follow JC Go”, mas prefiro Jesumon Go), você não sai catando diferentes tipos de Jesus (apenas. Mas dá de cara com outros tipos de personagens mitológicos que não sejam pokemons, como Moisés, por exemplo.
Partindo para capturar o fiéis e nem tão fieis assim, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Deus é um menininho coitadinho, indefeso e fraquinho. Este serzinho inútil, tosco e desprezível é tão ridículo que é incapaz de tomar uma decisão quando falam mal dele. Ele corre para a barra da saia de quem o inventou e, com isso, seus fiéis seguidores tomam à frente para defendê-lo. Sem essa galerinha da pesada, Deus jamais teria condições de se defender e falar por si mesmo. Aquele do Velho Testamento é muito melhor, mas a realidade nunca é como nos livros de ficção.
Dizem que se você não serviu pra nada mais, acabará sendo professor. Hoje em dia, a frase ficaria melhor da seguinte forma: Se você não aprendeu nada na vida, vai acabar virando youtubeiro. E se o principal que você não aprendeu é exatamente Ciências, muito provavelmente se tornará divulgador científico no YouTube. Hoje, YouTube é que nem papel: aceita qualquer merda e quanto maior a merda, mais sucesso faz.
Finalmente a Homeopatia conseguiu: um artigo publicado num periódico com revisão de pares! Alguns pesquisadores alegaram ter provado a eficácia da
O Brasil tem um fenômeno interessante: Até mesmo cientistas odeiam ciência. Eles detestam divulgar seus trabalhos para a população, fazem-no de má vontade, num pedestal, numa torre de marfim. Reclamam quando lhes cortam a verba, mas não conseguem angariar simpatia da população, já que ficam bem longe dela, muitas vezes so fazendo divulgação para outros pesquisadores na base do “Olha como sou o máximo!”.
Eu sei que vocês acham que é implicância de nós, pessoas normais, quando apontamos os desmazelos dos centros de Humanas em todas as Universidades do mundo. A verdade é que temos muitos bons embasamentos para atestar isso. Estudos de gênero, feminismo exacerbado, cultura do estupro, privilégio do homem branco cis-hétero etc. tudo isso vociferam nesses redutos de insânia. O que revelaria sobre esses centros e periódicos tidos como “científicos” recebessem trabalhos acadêmicos insanos, ridículos e totalmente fora de propósito, mas que se alinhasse com o pensamento dessa gente? Academia deveria servir para mentes pensantes debaterem sobre tudo e periódicos científicos filtrarem trabalhos e verificar se seguiram método científico, com coleta de dados bem detalhada e conclusões claras e com uma mínima relação com a realidade, certo?
Dadas as atuais ofertas de candidatos à Presidência da República, uma pessoa normal e equilibrada sairia correndo pedindo socorro. Eu sou professor, o que já mostra que eu tenho algum desvio comportamental. Sendo assim, e achando que todas as atuais possibilidades são uma bela bosta, proporei candidatos muito melhores com melhores campanhas de governo.
Há um certo preconceito contra as chamadas “ciências humanas” e seus serguidores, também chamados “Humans of Humanas”. Eu não acho certo isso! Tanto é que eu vivo em busca de saber para que servem as áreas de Humanas. Tendo lido muito, estudado muito e observado, qual um zoólogo observando uma nova espécie de animal, eu cheguei a profundas conclusões que me permitem dizer que entendi perfeitamente para que servem esse grupo de seres vivos.
Sim, o título é maluco, mas mais maluco ainda e traficante fanático religioso. Se o vagabundo já não prestava por traficar drogas, piora ainda mais quando ele acha que pode espalhar as palavras de amor e carinho de Nosso Senhor Jesus, ameaçando de morte quem segue lá a religiãozinha de adolescente que lê revista Witch.
Você estuda, se esforça, trabalha, rala pra danar e, quando chega aonde deseja, bate uma insegurança, como se nada daquilo fosse seu mérito. Você se recusa a aceitar que você é realmente merecedor daquilo, que não passa de um enganador, de um tolo, um mentiroso e… um impostor! Não se preocupe, isso é uma condição psicológica e você pode se livrar dela.