Ainda ontem eu disse que se tem gente imbecil o suficiente achando que o Facebook vai dar 700 contos só por usar aquela bosta de rede social, o cara tem mais que se ferrar mesmo. Fui criticado, como sempre, mas ainda defendo que pior que gente burra é gente burra que se acha esperta. Isso inclui um bando de idiotas hipsters (desculpem o pleonasmo) que vai gastar uma boa grana comprando "água gourmet". Os enganadores, digo, os engenheiros que a criaram juram de pés juntinhos e mãos postas que é uma água condensada dos céus amigos da Amazônia. Como assim isso não pode ser verdade?
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Não há nada mais fácil que separar um mané do seu dinheiro. Os dois parecem ser imãs com um único e igual pólo (dane-se o acordo ortográfico!) e, por isso, vivem se repelindo. Essa deve ser a mais perfeita explicação, pois não encontro outra. É muito fácil de engar gente burra, e quando falam que "hoje as pessoas têm mais acesso à informação, estão sabendo mais", só me faz rir descontroladamente.
Já passamos pelo sufrágio sofredor, no qual (re)colocamos no poder mais um grupo que aprontará mil e uma confusões e fará você se emocionar (ódio também é uma emoção). Mas lembre-se: nossos políticos não são mais malucos quanto os políticos dos outros. Um exemplo é a ideia in-te-li-gen-tís-si-ma de um determinado membro do parlamento da Nova Zelândia, berço dos Hobbits e cuja companhia aérea tem os mais maneiros vídeos de instrução (vai procurar no Google depois, estou ocupado noticiando algo, ô!).
Nada no Universo é tão maluco que não se encontre algo mais insano ainda! Encarando isso como fato, entendemos muitas das coisas que vemos aparecendo todos os dias. A bola da vez é uma patente concedida pelo US Patent Office, o Escritório de Patentes dos EUA.. Entre muitas invenções malucas que devem passar por lá todos os dias, uma chamou a atenção: a patente da cura do câncer! SIM, ESTAMOS SALVOS!
O incrível mundo de Hades faz as coisas mais bizarras do mundo. O mundo que induz a pessoas desesperadas apelarem para qualquer coisa, ainda mais quando a questão envolve doenças. Aí, um bando de espertalhões se aproveita disso, com o lamentável fato das pessoas.
Uma das minhas preocupações em escrever um artigo é checar as referências, pesquisando o nome do cientista e a instituição onde ele trabalha. Passei a sempre colocar o link para a página pessoal do pesquisador e até já troquei twits com uma arqueóloga e e-mails com pesquisadores brasileiros, como
Eu canso de falar que Ciência no Brasil é brincadeira, mas estava errado. Já está virando caso de manifestação (polícia já pulou fora há tempos!). Mas, claro, manifestante quer ônibus digrátis e não melhor ensino. De qualquer forma, qual país que vivemos? Vivemos num país onde uma comissão aprova proposta que dá poder para igrejas questionarem leis no STF (provavelmente, recebendo comissões), homeopatia é especialidade médica (tem na USP, aquela universidadezinha que vocês adoram lamber a bunda) e núcleo de estudos para anormais, digo, paranormais. Ahm, sim, na Universidade de São Carlos, trata-se paciente com cobertorzinho de led. O que pode piorar?
Li no G1 ontem uma pseudo-reportagem sobre entrevistas de emprego. Eu não sei bem porque eles publicaram aquilo, mas achei tão idiota que deixei para entretê-los neste domingão, já que não tenho um caminhão para levá-los para comer feijão. Tudo começa com uma consultoria de recursos humanos norte-americana relatando péssimas participações de candidatos a vagas de empregos.
Japa que é japa não vive sem testar coisas onde nenhum ser humano (normal) jamais esteve. Em termos de robótica, eles sempre andam surpreendendo (ou surpreendendo de forma negativa,
Chegamos na Nova Era com ideias idiotas da Idade Média. Malucos profissionais alijam malucos amadores e tudo caminha pela estrada de tijolos amarelos da insânia, cantando "The hiiiiiiiiiiiiiills are aliiiiiiiiiiiiiiiive… by the sound of musiiiiiiiiiic" (sim, eu sei!)