Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado

Imagine um mundo onde os oceanos estão escondidos sob uma camada espessa de gelo, protegidos da radiação mortal do espaço. Este não é um cenário de ficção científica, mas a realidade das luas Europa, de Júpiter, e Encélado, de Saturno. Recentes experimentos da NASA sugerem que esses oceanos ocultos podem não apenas existir, mas também abrigar sinais de vida. Continuar lendo “Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado”

Enceladus e o Sopão da Vida

Na vastidão misteriosa do nosso Sistema Solar, um pequeno globo suspenso nas marés gravitacionais de Saturno pode muito bem ser a garrafa com a mensagem cósmica que traz um segredo surpreendente. Enceladus tem cerca de 504 km de diâmetro, e isso pode parecer insignificante à primeira vista. Talvez seja, mas ainda assim esta relíquia congelada do início do Sistema Solar esconde uma joia rara: um vasto oceano líquido subterrâneo que poderia ser um berço para formas primordiais de vida alienígena. Continuar lendo “Enceladus e o Sopão da Vida”

Os polos agitados de Enceladus

Enceladus é uma das maravilhas do mundo saturniano. Ela foi descoberto em 28 de agosto de 1789 perlo astrônomo William Herschel, sendo um dos astros mais refletivos do Sistema Solar, embora seja muito pequeno: cerca de 400 km de diâmetro, enquanto o diâmetro equatorial da Lua (a “nossa” lua) possui mais de 3.400 km de diâmetro. Em 1980, quando a Voyager passou por Enceladus, foram tiradas algumas fotografias, onde via-se um satélite com muitas crateras em seu hemisfério norte, mas poucas crateras no hemisfério sul. Enceladus possui muitos gêiseres, e ao expulsar a água quente em alta pressão, se congela no meio frio do Espaço. Parte deste gelo é atraído de volta a Enceladus e outra parte foge do campo gravitacional do satélite.

Não apenas isso, Saturno é 95 vezes mais massivo que a Terra, e a órbita ao redor do Senhor dos Anéis é de insanas 33 horas, uma hora mais lenta que uma Uno com Escada faria, mas ainda assim é um valor absurdo. Quando a sonda Cassini-Huygens passou por Enceladus, tirou fotos de uma área no hemisfério Sul que recebeu o nome de “Garras de Tigre”: quatro fendas paralelas, semelhantes às falhas geológicas que separam as placas continentais, como acontece no limite entre a placa das Américas e a da Europa. À medida que Enceladus orbita Saturno, é amassada que nem massa de pão pelas titânic… saturnânicas forças gravitacionais do planetão. É isso que promove o calor no interior do satélite.

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O russo que resolveu ir pra Encelado

Mecenato sempre foi algo legal. Os ricaços pagavam a pintores, escultores e faz-tudos em geral para produzir obras monumentais. Depois, os mecenas viram que Ciência era legal e arte virou muito mainstream. Daí passaram a financiar cientistas. Hoje, os ricaços como Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson olham pro Espaço e pulam de contentamento. Sim, o Espaço, a Fronteira Final virou playground de gênios, bilionários, playboys e filantropos. Agora, temos outro na jogada: Um russo, o que estava demorando, afinal, eles conquistaram o espaço primeiro. No caso, a figura atende pelo nome de Yuri Milner e sua ambição é a lua. Não a nossa, mas o satélite saturniano Encelado.

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Confirmado um SPA em Enceladus

Enceladus é um satélite muito legal, pena que não gosta de mulher, principalmente as friorentas. O satélite natural de Saturno, o Planeta-Estiloso, já se mostrou muito interessante pelos seus gêiseres, e já falamos sobre ele AQUI e AQUI. Mas eram gêiseres mesmo? Bem, sim e não. Sim, são gêiseres, e não, não são como os daqui da Terra. O que é aquilo, então?

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A Vida pode estar dando sopa em Titã

Sendo o segundo maior satélite natural do Sistema Solar (e domínio do Senhor dos Céus) Titã. A imensa sopa orgânica dele, com um imenso oceano de metano e etano, os compostos orgânicos mais simples, nos faz refletir sobre a imensa possibilidade de haver vida lá ou, pelo menos, ter um ponta pé inicial.

Titã é uma imensa sopa pré-biótica e mesmo que não vejamos vida lá agora, nos dá conhecimentos sobre como era o nosso próprio planeta há 3,5 bilhões de anos.

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