Ninguém quer sentir dor. Nem eu, nem você, nem o House. Tem horas que a dor é tanta que só apelando para opióides, analgésicos pancadões da mesma família que o ópio, com o mesmo inconveniente também. E ficar viciadão em analgésico opiáceo não é tão incomum assim. Seria legal se pudéssemos ter um analgésico boladão sem deixar você chapado e muito menos viciado na bagaça, né? Bem, pesquisadores do Reino Unido e do Japão identificaram como o sistema natural de analgésicos do cérebro poderia ser usado como uma possível alternativa aos opióides.
Péra, como assim “sistema natural de analgésicos do cérebro”?

Eu estava vendo o último vídeo do Café e Ciência. O
Comunicação sempre foi uma dor de cabeça, principalmente quando se tinha que lidar com gente de locais afastados, remotos e totalmente isolados. Mais ou menos como carioca tentando entender mineiro falando. Com paulistanos já se desistiu. Muito complicado falar com gente que confunde biscoito com tapa na cara. Agora imagine você ir para o interior de algum lugar esquecido por Hades, por onde Judas andava com e pé no chão, pois já tinha perdido as botas e as meias. É delicioso pro pessoal da Linguística encontrar novos povos com idiomas totalmente díspares do nosso, mas vem a dor de cabeça tentar entende-los. Guerras começaram por muito menos. Seria legal um sistema tradutor um pouquinho mais eficiente que o Google Translator, não é?
Eu me lembro de um antigo livro chamado O Corpo Fala: A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal, de Pierre Weil. Neste livro ele aborda situações e como reagimos instintivamente, de forma que pudesse ser interpretado como mensagens. Sacam o seriado Lie To Me? Pois, é. Daí fica o pensamento. E se nós montássemos um banco de dados com situações e gestos, analisando o significado e montando uma espécie de tradutor de linguagem corporal?
Às 9 horas e trinta minutos desta quinta-feira (1º de fevereiro), 
Disney não faz só filmes, desenhos e animações. Eles prometem algo diferente (e entregam): Disney produz magia. Mas não é só isso! Para se fazer magia, é preciso de muita tecnologia na hora de modelar seus personagens, seja para algo mais da linha como Moana, como algo mais real na base de Mogli. Sendo assim, renderizar o corpo humano de forma a ter o maior realismo possível consome zilhões em termos de equipamentos e pessoal, além de pesquisa hardcore em termos de matemática e computação.
Tuberculose sempre foi um problema sério e responsável pela morte de milhões de pessoas. Contraiu tuberculose, podia encomendar o caixão. Era um destino inexorável, definitivo, usado em várias obras literárias para determinar que aquele personagem ia morrer de qualquer jeito, e a história teria que se dar naquele ponto até seu fim último. Desde Floradas na Serra até o filme do Moulin Rouge (que nada mais é que uma versão da Dama das Camélias).
As maiores de todas as indústrias químicas são as estrelas. Suas incríveis forças transformam gigatoneladas de hidrogênio em diferentes elementos químicos, para depois explodirem (ou não) espalhando todo o seu material estelar por todos os cantos do universo, produzindo coisas como o Sistema Solar ou o Jair Bolsonaro (eu nunca disse que era tudo perfeitinho).
É injusto dizer que o Brasil tem muitos problemas. Não tem! O único problema do Brasil é ser o Brasil. Aqui, tudo é empurrado com a barriga, de preferência ladeira abaixo, ou pelo poço adentro, tentando encontrar o fundo. Bem, o Brasil já passou pela Samara chegou no fundo do poço, e tá cavando com a dívida da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro.
Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.