O cérebro humano, esta gambiarra, não cansa de nos surpreender com suas loucuras, como é o caso dos membros fantasmas. A pessoa perde um membro, e os terminais nervosos estão todos bagunçados. O cérebro surta e VOILÁ! Olha lá o membro que não está lá. Já apareceu casos em que o sujeito apresentou um terceiro braço fantasma. Você pensa que isso é só com braços e pernas? E se eu te disser que há casos que, por algum infortúnio, a pessoa tem o seu olho retirado, mas mesmo assim consegue "enxergar" por ele, mesmo tendo a órbita vazia? (soam os trovões, o assoalho treme, uma risada macabra ao fundo)
O que se esconde de bizarro no olho fantasma?
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Carl Sagan disse que para se fazer uma torta de maçã, era preciso inventar o Universo. Agora, uma pesquisa diz que para se fazer o que você julga ser simples, como uma machadinha de pedra, é preciso um cérebro mais desenvolvido e complexo, o que não é necessário para se usar a Internet, e muito menos para se comentar em blogs.
Todos nós congelamos ao ver algum aviso ou advertência. Não importa se é um policial na rua fazendo você parar ou a sua tia que liga pra você perguntando o que fazer, quando o aviso na tela apenas diz para clicar OK. Você pensa na hora "Que saco, tia!", mas a verdade é que isso acontece com todos nós, e isso inclui você também, que se acha o phoda!
Todo mundo sabe o que o DARPPA é. Longe de ser um repositório de über-nerds que criam coisas fantásticas, são praticamente o Skynet disfarçado que fornecerá cilônios e mandarão a Humanidade pro saco. Sim, estão atrasados.
Todos nós sabemos que o cérebro é uma imensa gambiarra evolutiva. Os bilhões de anos de evolução biológica acrescentaram camadas pós camadas, até que todo o nosso sistema nervoso chegasse a ser o que é: uma mixórdia que mal entende o que vê em volta e cria coisas que não existem. O que vemos, ouvimos, provamos, sentimos e cheiramos vem numa algarávia de sensações e o cérebro toscão monta isso udo como mecânico de bicicletas montaria um fusca. O resultado é o mesmo: algo que até atende as suas necessidades, mas dará pau em algum momento.
Qualquer pessoa que conhece alguém que perdeu algum membro já ouviu a história que os acidentados ainda “sentem” os dedos, sentem coceira etc nos membros que não estão mais lá. Isso se deve ao fato das terminações nervosas darem informações ao cérebro e este tenta idiotamente interpretar tais informações. Mais uma prova sobre a “inteligência” do projeto, onde pessoas sentem dores em partes do corpo que não estão mais lá.