A diabetes mellitus tipo 2 já ganhou status de “uma das grandes epidemias mundiais do século XXI”. Os crescentes índices de incidência e prevalência fazem dela um problema de saúde pública; não só em países desenvolvidos, como nos pobrinhos, muito pobrinhos, totalmente miseráveis e em países que odeiam ciência, como é o caso do Brasil.
O estilo de vida atual, sedentarismo, hábitos alimentares e acúmulo de gordura corporal contribuem para o agravamento da diabetes tipo 2; mas calma que piora! Uma pesquisa mostra que a resistência à insulina no fígado é um fator importante no desenvolvimento da diabetes tipo 2 mas, além disso, casos de doença hepática gordurosa não alcoólica também ajudam a agravar mais ainda o quadro. Show, né?
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Pseudomonas não são uma única espécie de bactérias, mas um gênero inteirinho delas. Eu poderia falar sobre serem bactérias gram-negativas e blábláblá, mas para isso existe Wikipédia, e se você não for pesquisar mais a fim de aprender sobre elas, tão-somente fica evidenciado sua preguiça. Eu tenho mais coisas para falar aqui.
Você deve achar o ser-humano um pulha por ser um predador sádico, que caça suas presas de forma louca e descontrolada. Pensando assim, no mínimo, você nunca saiu de casa e só vê Disney Channel. Predadores e presas existem desde que o mundo é mundo e a primeira molécula começou a competir por recursos.
Sequenciamento de DNA já virou carne de vaca. Isso se faz em qualquer porqueira de lugar, como o interior da Somália, nos confins do sudeste asiático e até no Brasil. O que antes era caríssimo, hoje tá bem baratinho de se fazer. Mas daí vem a pergunta: E no caso de precisarmos fazer isso no Espaço? Vai que a gente pousa em Europa (eu sei! Nada de pousar em Europa. Mas vai que…) e encontra alguma forma de vida lá? Sequenciar seu DNA seria um dos primeiros passos, certo?
Bactérias são um sucesso evolutivo. Demandam poucos recursos, alta taxa de reprodução e mutação e são capazes de resistir às provas determinadas por Darwin. Se uma cai, sempre sobra uma mais forte, que se multiplicará rapidamente, formando novas colônias e prontas para lhe ajudar ou ferrar seu dia de vez.
Células-tronco vieram para ficar. Uma nova promessa para os desesperançados. Novos tratamentos de vários tipos, muitos dos quais já tratamos aqui. Uma das pesquisas mais recentes é na hora de reconstruir ossos, em que células-tronco são muito bem-vindas (bem, de qualquer forma, elas SEMPRE são bem-vindas!)
Você já conhece a mitocôndria. Ela é sua companheira, apesar de não ser sua propriamente dita, pois é uma bactéria que vive em simbiose. Diferente do político que você ajudou a eleger, ela pega recursos e dá algo em troca: energia. Isso você aprendeu no colégio, só não aprendeu como.
O bom de sermos um projeto divinamente planejado é a inexistência de doenças, principalmente as que são causadas por algum surto celular, em que células acabam se dividindo de maneira totalmente zoadas. Infelizmente, o mundo real não funciona assim. Essas mutações existem, câncer existe e se bobear você ainda contrai furúnculo na bunda.
Eu tenho muitos motivos para dizer que o Brasil odeia ciência, e todos eles são plenamente justificáveis. Essa pocilga que chamamos de “política científica” e nada é a mesma coisa, enquanto que temos deputados defendendo a profissionalização de ufólogos; o que até faz sentido quando Homeopatia é especialidade médica e astrologia é profissão, além de cartas psicografadas serem aceitas em julgamentos.
Diabetes é uma doença que é mais séria do que as pessoas pensam. Alguns acham que é apenas uma questãozinha boba e basta controlar a quantidade cavalar de doces que comem. Uma pena que não seja tão simples. O metabolismo vai pro cacete e em muitos casos feridas dolorosas nos pés aparecem e são difíceis de tratar. 24% das pessoas com essas feridas acabarão tendo que amputar os pés; e é melhor isso do que morrer.